sexta-feira, 12 de junho de 2026

Junho começa com campanhas de saúde e solidariedade

 





 

Com a chegada de junho, além das tradicionais festas juninas e do frio em muitas regiões do Brasil, o mês também se destaca por importantes campanhas de conscientização em prol da saúde, da solidariedade e da cidadania. Colorido por diferentes causas, junho mobiliza a sociedade com ações que vão desde a doação de sangue até o combate à violência contra a pessoa idosa. É tempo de olhar para o outro, cuidar de si e promover mudanças concretas no cotidiano.

JUNHO VERMELHO: MÊS DA CONSCIENTIZAÇÃO PARA DOAÇÃO DE SANGUE

 O próximo dia 14 de junho é o dia Mundial do Doador de Sangue. Por isso, o mês de junho foi destacado para conscientizar e incentivar a população sobre a importância de ser um doador. Devido aos períodos de Outono e Inverno, épocas em que há um aumento das infecções respiratórias, as doações estão em baixa. Daí a necessidade do estímulo às doações permaneçam em todas as épocas do ano.

Quem pode doar

A princípio, os voluntários a doação de sangue, passam por uma triagem para avaliar sua condição de saúde e verificar se estão aptos a realizar a doação, pois devem estar em boas condições de saúde.

Pessoas com idade entre 16 e 69 anos podem se candidatar como voluntário, porém a primeira doação de sangue deve ser realizada até os 60 anos, 11 meses e 29 dias. Doadores com 16 e 17 anos de idade podem doar mediante autorização formal dos pais e/ou responsável legal e apresentação do documento de quem assinou a autorização.

Onde doar

O interessado em doar sangue deve ir até uma unidade do Hemosul MS, apresentar um documento oficial com foto.

HEMOSUL Endereço: Av. Fernando Correa da Costa, 1304 - Centro 67 3312-1500

 

JUNHO LARANJA: MÊS DA CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A ANEMIA E LEUCEMIA

A campanha do mês de junho dirige-se à informação e prevenção sobre a saúde do sangue. Além de reservar um dia especialmente à importância da transfusão de sangue, o mês também traz em destaque duas das condições mais frequentes relacionadas ao sistema sanguíneo: a anemia e a leucemia. A anemia, apesar de muito frequente, ainda continua sendo um tema que traz muitas dúvidas à população. Já no caso da leucemia, ainda que menos frequente, também merece destaque por se tratar do principal câncer maligno da infância.

O que é Anemia?

A “anemia” não é uma doença, mas sim um sinal de que existe uma doença.

Muito embora a anemia seja popularmente conhecida como a falta de ferro no sangue, vale destacar que esta é somente uma das diversas condições que podem levar a um quadro anêmico. Por definição, a anemia é a redução dos níveis dos relativos aos glóbulos vermelhos presentes no sangue (hemoglobina, hematócrito e/ou massa eritrocitária). Esta condição pode estar relacionada a causas genéticas (hemoglobinopatias) ou a causas secundárias (exemplos: doença renal crônica, alterações no metabolismo do ferro, sangramentos, deficiência de vitaminas e muitas outras).

Os sinais e sintomas da anemia variam de acordo com a intensidade do comprometimento de cada paciente e da doença que está por trás de cada caso. Em geral, uma pessoa “anêmica” pode apresentar um conjunto de sintomas que refletem a baixa quantidade disponível de glóbulos vermelhos na circulação sanguínea, configurando a chamada síndrome anêmica: fadiga, falta de ar aos esforços e/ou em repouso, palpitações, claudicação, sonolência e confusão mental.

A resolução da anemia, quando feita a curto prazo, pode ser feita pela reposição de sulfato ferroso, de vitaminas e por meio da transfusão sanguínea, mas elas possuem indicações muito específicas e não podem ser generalizadas.

Já ouviram falar em Leucemia?

A leucemia é o câncer mais frequente em crianças e um dos mais comuns no mundo. Caracteriza-se como uma doença maligna dos glóbulos brancos, geralmente de origem exata desconhecida. Ela pode ser classificada em relação à velocidade de evolução (aguda ou crônica) e pelo tipo celular predominantemente afetado (linfoide ou mieloide).

 Sinais e sintomas das leucemias

 O acúmulo de células defeituosas e o funcionamento inadequado da medula óssea podem levar a sintomas muito variados de acordo com o tipo e evolução da doença. Em geral, pode-se observar sintomas semelhantes à síndrome anêmica (fadiga, falta de ar aos esforços e/ou em repouso, palpitações, claudicação, sonolência e confusão mental), mas há um comprometimento mais evidente relativo à redução dos glóbulos brancos, levando a uma maior suscetibilidade a infecções frequentes, febre, gânglios linfáticos inchados (“ínguas”), perda de peso sem motivo aparente, desconforto abdominal (geralmente, pelo aumento do baço e fígado), dores nos ossos e nas articulações, entre outros.

Tratamento

Após a confirmação diagnóstica, diversas modalidades terapêuticas podem ser empregadas de acordo com os aspectos clínicos do paciente (idade, presença de outras doenças, capacidade de tolerar a terapia) e do subtipo da leucemia. O transplante de medula óssea não está indicado em todos os casos, mas pode ser necessário, bem como a quimioterapia, imunoterapia, entre outros.

 

JUNHO ROXO: CAMPANHA MUNDIAL DE CONSCIENTIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA PESSOA IDOSA

O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa, data instituída em 2006, pela Organização das Nações Unidas (ONU) e pela Rede Internacional de Prevenção à Violência à Pessoa Idosa (INPES). O objetivo é sensibilizar a sociedade para o combate das diversas formas de violência cometida contra a pessoa com idade igual ou superior a 60 anos.

A Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa PNPSI, aprovada pela Portaria nº 2.528/GM, do Ministério da Saúde de 19 de outubro de 2006, tem dentre suas diretrizes “a promoção do envelhecimento ativo e saudável”, que visa dentre outras, realizar ações integradas de combate à violência doméstica e institucional contra a pessoa idosa.

Segundo a Organização Mundial de Saúde: a violência contra a pessoa idosa consiste em ações ou omissões cometidas uma vez ou muitas vezes, prejudicando a integridade física e emocional da pessoa idosa, impedindo o desempenho de seu papel social.

 O que fazer quando suspeitar que uma pessoa idosa está sendo vítima de violência?

Quando possível, deve-se conversar com o idoso e, se confirmada a situação de violência ou persistir a suspeita, comunicar ao Conselho do Idoso, Ministério Público ou Delegacia de Polícia. Esses órgãos são os responsáveis por desencadear as medidas protetivas e de responsabilização. Nos serviços de saúde será realizada a notificação compulsória da violência e acionada a rede de atenção e proteção para o acompanhamento do caso.

Violência contra o idoso é crime! Saiba reconhecer os principais tipos:

·         Violência física

·         Violência psicológica

·         Abuso financeiro ou material

·         Abuso sexual

·         Negligência e abandono

  • Denuncie! Disque 100 – Direitos Humanos. O Brasil está envelhecendo. Hoje, mais de 32 milhões de pessoas têm 60 anos ou mais, e esse número só cresce. Respeitar e proteger nossos idosos é dever de todos!

 

Em Campo Grande MS você pode procurar:

ü  44ª Promotoria de Justiça da pessoa idosa - telefone:  67 99196-7690

ü  Conselho Municipal dos direitos da pessoa idosa - Telefone: 67 3314-4465

 

Abrace essas campanhas você também! Com informação e solidariedade, podemos salvar vidas, prevenir doenças e construir uma sociedade mais justa e acolhedora para todas as idades.

 

 

 Zeli Rodrigues – Assistente Social

Núcleo de Saúde e Programas Assistenciais

Tribunal Regional do Trabalho 24ª região

 

 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Doença Celíaca : Aspectos comportamentais nas alergias e intolerâncias alimentares

 



A doença celíaca é uma condição autoimune desencadeada pela ingestão de glúten, proteína presente no trigo, cevada, centeio e seus derivados. Em pessoas geneticamente predispostas, o consumo de glúten provoca uma reação imunológica que agride a mucosa do intestino delgado, comprometendo a absorção adequada de nutrientes.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença celíaca acomete cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, segundo a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), ainda não há dados estatísticos precisos sobre o número de pessoas acometidas. A epidemiologia da doença apresenta a característica de um “iceberg”, pois acredita-se que existam muito mais casos não diagnosticados do que devidamente identificados, principalmente pela variedade e inespecificidade dos sintomas.

Histórico

Os primeiros relatos sobre a doença celíaca surgiram por volta do século II a.C. O termo “celíaco” deriva da palavra grega koliakos, que significa “aqueles que sofrem do intestino”.

Ao longo dos anos, estudos demonstraram que a doença possui forte relação genética e imunológica, sendo mais frequente entre familiares de primeiro grau.

Sintomatologia

Os sintomas da doença celíaca podem variar significativamente entre crianças e adultos. Em alguns casos, mesmo na ausência de sintomas evidentes, pequenas quantidades de glúten já são suficientes para causar lesões na mucosa intestinal.

Além das manifestações digestivas, a doença pode afetar outros órgãos e sistemas do organismo, gerando manifestações extradigestivas, emocionais e comportamentais.

Sintomas Típicos

·         Diarreia crônica

·         Inchaço e dores abdominais

·         Distensão abdominal

·         Emagrecimento

·         Falta de apetite

·         Vômitos frequentes

·         Prisão de ventre

·         Má absorção de vitaminas e minerais

·         Anemia

·         Atraso no crescimento infantil

·         Irritabilidade

·         Alterações de humor


Sintomas Atípicos

·         Aftas de repetição

·         Dermatites e lesões de pele

·         Osteopenia e osteoporose

·         Queda frequente de cabelo

·         Enfraquecimento dentário

·         Manchas nos dentes

·         Infertilidade

·         Abortos de repetição

·         Doenças neurológicas

·         Transtornos depressivos e ansiedade

·         Fadiga crônica

·         Dores articulares

·         Alterações cognitivas e dificuldade de concentração


Em alguns indivíduos, os sintomas emocionais e comportamentais podem se manifestar antes mesmo das alterações gastrointestinais, incluindo irritabilidade, ansiedade, tristeza persistente e dificuldade de socialização relacionada às restrições alimentares.

Aspectos Comportamentais e Psicossociais

Receber o diagnóstico de doença celíaca ou outra intolerância alimentar pode gerar impactos emocionais importantes, especialmente devido às mudanças na rotina alimentar e social.

Entre os aspectos frequentemente observados estão:

·         Medo de contaminação alimentar

·         Ansiedade ao se alimentar fora de casa

·         Restrição social em eventos e confraternizações

·         Sentimento de exclusão, principalmente em crianças e adolescentes

·         Necessidade constante de vigilância alimentar

·         Estresse familiar relacionado à adaptação da dieta

·         Alterações emocionais decorrentes de sintomas persistentes antes do diagnóstico

O apoio familiar, escolar e profissional é fundamental para promover adaptação saudável, inclusão social e melhor qualidade de vida.

É importante destacar que a intolerância alimentar não impede uma alimentação saborosa, nutritiva e diversificada. Atualmente, existem inúmeras alternativas culinárias e substituições alimentares seguras para pessoas celíacas.

Dados de Prevalência

Estima-se que, no Brasil, aproximadamente 1 em cada 474 adultos seja portador da doença celíaca. Contudo, acredita-se que esse número seja subestimado devido à dificuldade diagnóstica.

A forma clássica da doença é mais comum em crianças entre 6 e 24 meses após a introdução do glúten na alimentação, apresentando sintomas como:

·         Diarreia

·         Distensão abdominal

·         Irritabilidade

·         Déficit de crescimento

A predisposição genética possui grande relevância, sendo comum a ocorrência da doença em mais de um membro da família. Estudos indicam prevalência entre 8% e 18% entre familiares de primeiro grau.

Dieta e Tratamento

Atualmente, o único tratamento eficaz para a doença celíaca é a exclusão total e permanente do glúten da alimentação.

Com adesão rigorosa à dieta isenta de glúten, ocorre melhora progressiva da mucosa intestinal, redução dos sintomas e recuperação nutricional.

A manutenção adequada da dieta também reduz riscos de complicações futuras, como:

·         Osteoporose

·         Deficiências nutricionais

·         Infertilidade

·         Linfoma intestinal e outras neoplasias gastrointestinais


Alimentos Permitidos

Pessoas com doença celíaca podem consumir diversos alimentos naturalmente livres de glúten, como:

·         Farinha de arroz

·         Farinha e fécula de mandioca

·         Farinha e fécula de batata

·         Farinha de milho

·         Fubá

·         Amido de milho

·         Macarrão de arroz ou milho

·         Tapioca

·         Mandioca

·         Frutas, verduras, legumes, carnes e ovos in natura

Fatores Relacionados

Estudos sugerem que alguns fatores podem influenciar a manifestação da doença celíaca, como:

·         Predisposição genética

·         Introdução precoce do glúten

·         Quantidade e frequência do consumo de glúten

·         Alterações imunológicas

·         Fatores ambientais e infecciosos


Além disso, o diagnóstico precoce e a adesão adequada ao tratamento são fundamentais para prevenir complicações e promover qualidade de vida.

A conscientização sobre a doença celíaca é essencial para ampliar o diagnóstico, reduzir preconceitos e favorecer a inclusão alimentar e social das pessoas acometidas.


Referências

(FLORES, F. S. Projeto de restaurante com cardápio livre de glúten e lactose. 2010. 91fls. Monografia (Graduação em Engenharia de Alimentos) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2010).

 (UTIYAMA, S. R. R. et al. Aspectos genéticos e imunopatogênicos da doença celíaca: visão atual. Arquivos de Gastroenterologia, São Paulo, v. 41, n. 2, 2004).

 (REIPS, D. Doença celíaca: aspectos clínicos e nutricionais. 2011. 16fls. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Nutrição) - Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, Ijuí, 2011).

  (ZANDONADI, R. P. Massa de banana verde: uma alternativa para exclusão do glúten. 2009. 105fls. Tese (Especialização em Ciências da Saúde) - Universidade de Brasília, Brasília, 2009).

 



Zeli Rodrigues - Assistente Social

Núcleo de Saúde e Programas Assistenciais

Tribunal Regional do Trabalho 24ª região


 

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Campanhas de Conscientização – Maio: cuidar da vida em todas as suas dimensões

 





O mês de maio é marcado por importantes campanhas de conscientização que mobilizam a sociedade em torno de temas relacionados à saúde, segurança, proteção e qualidade de vida. Cada cor representa uma causa que merece atenção, informação e atitudes de cuidado coletivo. Mais do que datas simbólicas, essas campanhas nos convidam à reflexão sobre o nosso papel na construção de uma sociedade mais humana, segura e acolhedora.


Maio Amarelo – Segurança no trânsito é compromisso de todos

O Maio Amarelo chama a atenção para a importância da segurança no trânsito e para a necessidade de atitudes responsáveis no dia a dia. A campanha busca conscientizar motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres sobre comportamentos que ajudam a prevenir acidentes e salvar vidas.

Respeitar os limites de velocidade, evitar o uso do celular ao dirigir, utilizar o cinto de segurança e praticar a direção defensiva são atitudes simples que fazem grande diferença. No trânsito, cada escolha importa. A mudança começa por cada um de nós.

 

 Maio Vermelho – Prevenção das hepatites virais

O Maio Vermelho reforça a importância da prevenção, diagnóstico e tratamento das hepatites virais, doenças que muitas vezes evoluem de forma silenciosa e podem causar sérios danos ao fígado.

A campanha incentiva a realização de testes, a vacinação contra a hepatite B e os cuidados contínuos com a saúde. O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de tratamento eficaz e qualidade de vida. Cuidar da saúde também significa estar atento aos sinais do corpo e manter os exames em dia.

   

Maio Laranja – Proteção de crianças e adolescentes

O Maio Laranja é dedicado ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A campanha busca sensibilizar a sociedade sobre a importância da proteção integral da infância e da adolescência.

O silêncio muitas vezes perpetua a violência. Por isso, é fundamental que familiares, instituições e toda a comunidade estejam atentos aos sinais e saibam acolher, orientar e denunciar situações de risco. Proteger crianças e adolescentes é um compromisso coletivo e uma responsabilidade de todos nós.

 

Maio Roxo – Conscientização sobre doenças inflamatórias intestinais

O Maio Roxo promove informação e conscientização sobre doenças inflamatórias intestinais, como a Doença de Crohn e a retocolite ulcerativa.

Essas condições podem impactar significativamente a qualidade de vida, exigindo acompanhamento médico, tratamento contínuo e apoio emocional. A campanha também busca reduzir preconceitos e ampliar o conhecimento sobre sintomas, diagnóstico precoce e possibilidades terapêuticas. Falar sobre essas doenças é uma forma de acolher e fortalecer quem convive diariamente com esses desafios.

 

 Maio Cinza – Atenção ao câncer cerebral

O Maio Cinza alerta para a conscientização sobre o câncer cerebral, destacando a importância do diagnóstico precoce, do acesso à informação e do suporte aos pacientes e familiares.

Embora alguns sintomas possam parecer inespecíficos, sinais persistentes como dores de cabeça frequentes, alterações neurológicas, dificuldades motoras ou mudanças cognitivas merecem avaliação médica. Além do cuidado clínico, o acolhimento emocional e a rede de apoio são fundamentais durante o tratamento.

 

O cuidado coletivo também transforma vidas

As campanhas de conscientização vão além da divulgação de informações sobre saúde e prevenção. Elas representam um convite à responsabilidade social, ao fortalecimento da empatia e à construção de relações mais humanas dentro e fora dos ambientes de convivência e trabalho.

Muitas vezes, por trás de um acidente de trânsito, de uma doença silenciosa, de uma situação de violência ou de um diagnóstico difícil, existem histórias marcadas por sofrimento emocional, vulnerabilidades sociais, medo, solidão e necessidade de acolhimento.

Falar sobre prevenção também é falar sobre escuta, respeito, solidariedade e compromisso com o outro. É compreender que a promoção da saúde envolve não apenas o cuidado físico, mas também o apoio emocional, a proteção social e o fortalecimento das redes de cuidado.

Em uma sociedade cada vez mais acelerada, campanhas como essas nos lembram da importância de desacelerar para perceber o outro, oferecer apoio e promover ambientes mais seguros, saudáveis e acolhedores para todos.


Cuidar da vida é um exercício diário de consciência, responsabilidade e humanidade.

 

 

      Referências:

·         Ministério da Saúde

·         Maio Amarelo – Observatório Nacional de Segurança Viária

·         Campanha Maio Laranja – Faça Bonito

·         Sociedade Brasileira de Coloproctologia

·         Instituto Nacional de Câncer – INCA

 



Zeli Rodrigues -Assistente Social

Núcleo de Saúde e Programas Assistenciais – TRT 24ª Região

67 3316-1705 / 67 9999-0332