quinta-feira, 9 de março de 2023

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

 DIA INTERNACIONAL DA MULHER

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 O Dia Internacional da Mulher é comemorado todos os anos em 8 de março para celebrar as conquistas das mulheres na luta por seus direitos e igualdade de gênero.

Essa data é uma oportunidade para relembrar a luta das mulheres por melhores condições de trabalho, direito ao voto, igualdade salarial, acesso à educação e saúde, e muitas outras questões importantes que afetam a vida das mulheres em todo o mundo.

A comemoração do Dia da Mulher também serve para conscientizar a sociedade sobre a importância da igualdade de gênero e para promover ações que ajudem a alcançar essa meta.

 

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O Dia Internacional da Mulher foi oficialmente criado pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1977. No entanto, o dia 8 de março já era utilizado por movimentos femininos como uma data para celebrar a luta pelos direitos das mulheres desde o início do século 20. Vários eventos influenciaram a criação da data, mas dois entre eles são lembrados como determinantes para sua oficialização.

O primeiro - o incêndio na fábrica de roupas Triangle Shirtwaist, em Nova York, em 1911 - foi uma tragédia que levou às capas dos jornais as terríveis condições de trabalho a que as mulheres eram submetidas. O segundo - um marco da História Contemporânea, a marcha das mulheres russa por pão e paz em 1917 - iniciou uma revolução de efeitos globais que reverberam até hoje.Em 25 de março de 1911 um incêndio atingiu a fábrica de roupas Triangle Shirtwaist, nos Estados Unidos. Foi o mais mortal acidente industrial da cidade de Nova York, matou 146 pessoas; 23 homens e 123 mulheres. Quem estava no prédio teve pouca chance contra o fogo, pois as saídas estavam trancadas. A prática de fechar as portas das oficinas, para impedir a saída para pausas durante o turno, era uma das ações arbitrárias contra as trabalhadoras. O noticiário também revelou as péssimas condições de trabalho das vítimas. Cargas horárias extenuantes, que podiam chegar a mais de 16 horas diárias, salários incrivelmente baixos e locais insalubres eram alguns dos fatos da dura realidade vivida pelas operárias.

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Desde o final do século 19, organizações socialistas e sufragistas feministas defendiam a criação de um data para lembrar a luta das mulheres por direitos. A marxista alemã Clara Zetkin é lembrada como principal idealizadoras da proposta. Em 1910, durante a Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, Zetkin defendeu a criação de uma mobilização anual.

A revolta diante da tragédia na tecelagem Triangle se transformou numa bandeira por melhores condições de trabalho para as mulheres e acabou arregimentando mais ativistas para as diferentes causas femininas defendidas no Dia Internacional da Mulher.

Naquele 8 de março, mulheres saíram às ruas de São Petersburgo para pedir por pão, melhores condições de vida e pela saída da Rússia da Primeira Guerra Mundial. Em fevereiro, operários russos já haviam começado a organizar uma série de protestos e greves. No dia 7 de março operários pararam a Putilov, maior fábrica da capital russa.

No dia seguinte, uma onda de insatisfação irrompeu entre as mulheres nas filas de racionamento de pão, elas se juntaram aos comícios do Dia Internacional da Mulher e a mobilização tomou conta das ruas de São Petersburgo. O movimento operário aderiu à manifestação e cerca de 50 mil trabalhadores entraram em greve. O evento marcou o início da chamada Revolução Russa de 1917. As demonstração também fortaleceram a causa do sufrágio feminino no país.

 

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Após a Segunda Guerra Mundial, o dia 08 de março tornou-se aos poucos o símbolo principal de homenagens às mulheres (em virtude da greve das russas). Também foi associado ao mês de março, a partir de então, o evento do incêndio em Nova York, ocorrido no dia 25, como narrado anteriormente.

A partir dos anos 1960, a comemoração do dia 8 de março já tinha se tornado tradicional, mas foi oficializada pela ONU apenas em 1975, quando essa organização declarou o Ano Internacional das Mulheres, como uma ação voltada ao combate das desigualdades e discriminação de gênero em todo mundo. Como parte desses esforços, o dia 8 de março foi oficializado como o Dia Internacional da Mulher.

O Dia Internacional da Mulher não é um mero dia voltado simplesmente a homenagens triviais às mulheres, mas diz respeito a um convite à reflexão referente a como a nossa sociedade as trata. Essa reflexão vale tanto para o campo do convívio afetivo, familiar e social quanto para as questões relacionadas ao mercado de trabalho.

O 8 de março é um dia para reflexão a respeito de toda a desigualdade e a violência que as mulheres sofrem no Brasil e no mundo. É um momento para combater o silenciamento que existe e que normaliza a desigualdade e as violências sofridas pelas mulheres, além de ser um momento para repensar atitudes e tentar construir uma sociedade sem desigualdade e preconceito de gênero.

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Fonte:

https://www.estadao.com.br/acervo/8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher-como-surgiu-a-data-para-celebrar-as-lutas-das-mulheres/

https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-da-mulher.htm

terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

Fevereiro Roxo e Laranja

 


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Fevereiro Roxo e Laranja: campanha visa combater quatro doenças graves

Objetivo das ações a cada mês é promover a conscientização da população sobre doenças que afetam a saúde pública. Em fevereiro estão em foco as doenças lúpus, alzheimer, fibromialgia e leucemia

 

Todos os meses do ano têm pelo menos uma cor para chamar de sua. Isso porque intenção é promover a conscientização da população sobre doenças que afetam a saúde público. No caso da campanha Fevereiro Roxo e Laranja, quatro doenças entram em foco: lúpus, alzheimer, fibromialgia e leucemia. Aliás, todas essas são condições graves que merecem a devida atenção.

A cor roxa conscientiza sobre Lúpus, Alzheimer e Fibromialgia. Já a cor laranja alerta sobre a Leucemia. O Ministério da Saúde destaca que essas são condições que a população não tem muito conhecimento sobre os sintomas e consequências no cotidiano do indivíduo, pois algumas delas não possuem cura e sim um tratamento qualificado e prolongado.

Saiba mais sobre cada uma das doenças do Fevereiro Roxo e Laranja a seguir:



                      https://www.tjdft.jus.br/informacoes/programas-projetos-e-acoes


Lúpus

O Lúpus é um distúrbio crônico que faz com que o organismo produza mais anticorpos que o necessário para manter o organismo em pleno funcionamento. No entanto, os anticorpos em excesso passam a atacar o organismo, causando inflamações nos rins, pulmões, pele e articulações. 

Segundo o Ministério da Saúde, o Lúpus Sistêmico (Les) é a forma mais séria da doença e também a mais comum, pois afeta aproximadamente 70% dos pacientes com Lúpus. Ele afeta principalmente mulheres, sendo 9 em 10 pacientes com o risco mais elevado durante a idade fértil.

Ainda segundo a pasta, os principais sintomas do Lúpus são:

  • Lesões na pele;
  • Dor e inchaço, principalmente nas articulações das mãos;
  • Inflamação nas membranas que recobrem o pulmão e coração;
  • Inflamação no rim;
  • Alterações no sangue;
  • Inflamações de pequenos vasos (vasculites) podem causar lesões avermelhadas e dolorosas em palma de mãos, planta de pés, no céu da boca ou em membros;
  • Queixas de febre sem ter infecção;
  • Emagrecimento;
  • Fraqueza são comuns quando a doença está ativa;
  • Manifestações nos olhos;
  • Aumento do fígado, baço e gânglios.

Além disso, em casos menos frequentes pode ocorrer ainda inflamações no cérebro. Esse sintoma, aliás, causa convulsões, alterações do comportamento (psicose) ou do nível de consciência e até queixas sugestivas de comprometimento de nervos periféricos.

Alzheimer

O Alzheimer é uma doença neuro-degenerativa que provoca o declínio das funções cognitivas, reduzindo as capacidades de trabalho e relação social. Com o passar do tempo, a condição também interfere no comportamento e personalidade da pessoa, causando consequências como a perda de memória. 

O Alzheimer é a causa mais comum de demência no mundo. No Brasil, existem cerca de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos de idade. Seis por cento delas têm a doença de Alzheimer, segundo dados da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

Conforme o Ministério da Saúde, os sintomas do Alzheimer incluem:

  • Falta de memória para acontecimentos recentes;
  • Repetição da mesma pergunta várias vezes;
  • Dificuldade para acompanhar conversações ou pensamentos complexos;
  • Incapacidade de elaborar estratégias para resolver problemas;
  • Dificuldade para dirigir automóvel e encontrar caminhos conhecidos;
  • Dificuldade para encontrar palavras que exprimam idéias ou sentimentos pessoais;
  • Irritabilidade, desconfiança sem justificativa, agressividade, passividade, interpretações erradas de estímulos visuais ou auditivos, e, além disso, tendência ao isolamento.

Fibromialgia

Já a Fibromialgia é uma síndrome crônica que ataca especificamente as articulações. A doença pode aparecer depois de eventos graves como um trauma físico, psicológico ou mesmo uma infecção. No entanto, ainda não se sabe o motivo pelo qual pessoas desenvolvem a doença. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) calcula que a fibromialgia afeta cerca de 3% da população. De cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres.

Conforme o Ministério da Saúde, os sintomas da Fibromialgia são:

  • Dores por todo o corpo, principalmente nos músculos e tendões;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações no sono;
  • Ansiedade;
  • Depressão.
                                                              https://aclinicapopulardobrasil.com.br/wp-content/uploads/2020/02/02-fevereiro-laranja.jpg

Leucemia

O Ministério da Saúde define a Leucemia como uma doença maligna dos glóbulos brancos, geralmente, de origem desconhecida. Esse é um dos tipos de câncer mais perigosos que tem. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam que em 2019 a leucemia teve mais de 10 mil novos casos.

Os sintomas da Leucemia incluem:

  • Anemia;
  • Palidez;
  • Sonolência;
  • Fadiga;
  • Palpitação;
  • Manchas roxas na pele ou pontos vermelhos.

Além disso, o paciente pode apresentar ânglios linfáticos inchados, perda de peso, febre e dores nas articulações e nos ossos. 

Fonte: Ministério da Saúde.

 

sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

JANEIRO ROXO: MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO E COMBATE À HANSENÍASE




Janeiro Roxo: Sociedade Brasileira de Dermatologia alerta para importância do diagnóstico e tratamento de hanseníase e para riscos do subdiagnostico

Estigma e dificuldade de acesso são entraves para o diagnóstico


Ainda no século 19, o médico norueguês Gerhard Armauer Hansen, pesquisador de saúde pública, conseguiu identificar o bacilo causador da hanseníase que, séculos atrás, já carregava preconceito, segregação e era chamada de lepra, em tom pejorativo. Por conta do sobrenome do pesquisador a doença passou a ser chamada hanseníase. Passados quase 150 anos, profissionais da saúde ainda lutam promovendo campanhas de esclarecimento e ações na mídia para desmitificar a hanseníase. A doença não é contagiosa do modo como se defendia no passado, isolando e segregando pessoas. Sua identificação precoce evita danos aos nervos e movimentos, e, desconstruindo mais um mito, a doença está presente em diversas camadas da sociedade e não apenas em locais mais carentes e sem saneamento básico. O problema de saúde é considerado uma doença, gerada pela bactéria Mycobacterium leprae transmitida de uma pessoa com a forma transmissora e sem tratamento. Qualquer indivíduo pode ser acometido. Em algumas fases já instalada no organismo, nota-se alteração ou perda da sensibilidade ao calor e ao frio, dor, fraqueza muscular dos membros e até incapacidade da visão. O Dia Mundial de Combate e Prevenção da Hanseníase é lembrado no último domingo do mês de janeiro. Mas a campanha da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) acaba de ser lançada para alertar a população.


Os médicos destacam que é comum que as pessoas com hanseníase não sintam queimar a pele, mesmo sendo o forte calor do fogo em áreas com manchas no corpo, mãos ou pés, mas podem também sentir uma espécie de pequenos choques e picadas em lesões iniciais. “Por isso é essencial a família também ter atenção, respeitar e ouvir as queixas indo buscar ajuda, além de ler fontes seguras sobre a doença. Hoje o alcance das redes sociais é imenso e por isso falaremos amplamente do assunto em diversos canais", destaca o médico Egon Daxbacher, do Departamento de Hanseníase da SBD. A campanha está no ar em: https://www.sbd.org.br/janeiroroxo/ 


A hanseníase tem um quadro preocupante no Brasil. Em 2019, antes da pandemia da Covid-19, foram notificados, de acordo com o Boletim Epidemiológico sobre a Hanseníase do Ministério da Saúde 27.864 novos casos de Hanseníase, equivalente a 93% de todos os casos da região das Américas e 13,7% dos casos globais registrados no ano.

No intervalo dos anos, a chegada da pandemia de Covid-19 segue desafiando os sistemas de saúde público e privado, atrasando e complicando diagnóstico de doenças complexas e especialmente das negligenciadas, caso da hanseníase, tratada há séculos com estigma, o que muitas vezes afasta as pessoas da busca por ajuda. 


Em 2020, foram informados à Organização Mundial da Saúde (OMS) 127.396 casos novos da doença no mundo. Sendo 19.195 (15,1%) na região das Américas, 17.979 notificados no Brasil, ou seja, 93,6% do número de casos novos das Américas. Brasil, Índia e Indonésia reportaram mais de 10.000 casos novos, correspondendo a 74% dos casos novos detectados no ano de 2020. Sendo que o Brasil ocupa o segundo lugar entre as nações com maior número de casos no mundo, atrás apenas da Índia.


O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde publicado este ano sobre a doença trouxe dados preliminares sobre 2021, que apontaram que o Brasil diagnosticou 15.155 casos novos de hanseníase. Queda representativa, se feita a comparação com outros anos, como 2019. Tal situação foi relacionada à pandemia, com fechamento dos serviços e acesso ao diagnóstico. "Esta é uma preocupação nossa. Avançar, orientar, dar acesso ao tratamento, fazer com que as pessoas conheçam os sintomas e se curem, antes de danos maiores como quando a doença alcança os nervos e prejudica os movimentos. Nossa campanha traz esclarecimento de forma clara e educativa", ressalta Daxbacher.



Presidente da SBD reforça a importância do esclarecimento 


"A hanseníase pode estar em qualquer lugar, até mesmo na sua casa, esse é o chamado da campanha que lançamos neste Janeiro Roxo, alertando toda a população. O doente que começa o tratamento, não transmite a doença, nem necessita ser isolado, muito menos estigmatizado. Precisamos informar que a ida até uma unidade básica de saúde ou ao dermatologista em que a pessoa já costuma se consultar, em caso de áreas do corpo com dormência, manchas escuras em tons vermelhos, esbranquiçados ou amarronzados, fazendo a pele perder a sensibilidade, podem indicar a presença da doença, possibilitando o diagnóstico e tratamento nas fases iniciais da mesma", orienta o presidente da SBD, Heitor Gonçalves. O Sistema único de Saúde (SUS) disponibiliza o tratamento da doença gratuitamente.





https://www.sbd.org.br/


 

Sempre em janeiro, no último domingo do mês, é comemorado o Dia Mundial contra a Hanseníase e no dia 31 de janeiro é o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, data instituída pela Lei nº 12.135/2.009.





“O alerta fica para que a família também tenha atenção, observe e ouça as queixas indo buscar ajuda, além de ler fontes seguras sobre a doença. O tratamento é gratuito pelo Sistema Único de Saúde”, destaca o médico Egon Daxbacher, do Departamento de Hanseníase da SBD.

“Em 2023, o alcance das redes sociais é imenso e por isso falaremos amplamente do assunto em diversos canais. Detecção precoce da doença corta qualquer tipo de transmissão quando se inicia o tratamento e além disso evita que o problema se agrave, atingindo os nervos e os movimentos do corpo”, completa Egon.





 




ORIENTAÇÕES SOBRE A DOENÇA



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                                            https://www.medicina.ufmg.br/wp-content/uploads/sites/7/2021/01/2-Sintomas-da-Hansen%C3%ADase.png







FONTE:


  www.sbd.org.br/janeiro-roxo

  





 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

 




A campanha Janeiro Branco, em 2023, tem como tema “A Vida pede Equilíbrio”. O mês promove a reflexão e a renovação de ações e pensamentos para o ano que se inicia. O objetivo é alertar para os cuidados com a saúde mental da população, a partir da prevenção das doenças decorrentes do estresse, incluindo os transtornos mentais mais comuns, como depressão, ansiedade e pânico.

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul por meio da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) oferece capacitação junto aos serviços da Atenção Primária à Saúde (APS) dos municípios onde a ação acontece o ano inteiro.

A RAPS atua de acordo com as especificidades de cada município para que os mesmos estejam atentos a importância de promover a saúde mental e prevenir o adoecimento, tendo em vista atender às necessidades dos usuários, a transformação do ambiente e das relações no interior da comunidade.

É o que explica a Gerente da Rede de Atenção Psicossocial da SES, Daianny Garcia do Nascimento, quanto a necessidade de se trabalhar a temática sob o olhar de prevenção, da promoção de janeiro a janeiro e não somente a doença. “Saúde mental não é o adoecimento mental, saúde mental é promoção de qualidade de vida, é você prevenir o adoecimento que é a depressão, a ansiedade ou qualquer outro problema”.

Janeiro é uma espécie de portal entre ciclos que se fecham e se abrem na vida das pessoas. “Vem de um movimento de reflexão do que passou e do que quer fazer. Reflexão do que veio e do que quer para frente. O grande desafio dessa época do ano é lembrar de fazer a saúde mental de outras formas, que não é só, por exemplo, a psicoterapia ou medicação, é poder produzir um estilo de vida que seja mais saudável para a mente e não necessariamente só tratar de sintomas. É lembrar que é uma vida boa que proporciona uma boa saúde mental”, comenta o psicólogo da SES, Everton Stringheta Junior.

Criar o hábito de não acumular muitas funções, realizar a prática de exercício físico, ter uma alimentação saudável e equilibrada, noites de sono regulares e até mesmo ter alguns momentos de ócio ajudam a manter uma boa saúde mental. “O segredo é saber equilibrar todas as áreas para garantir adequadas saúde mental e emocional em sua vida e na vida de todos ao seu redor”, diz Daianny.

As mudanças que ocorrem nesta época do ano também devem ser observadas nas crianças, principalmente, com a ida para uma escola nova, a chegada de novos amigos e professores. “O grande foco do ‘Janeiro Branco’ é a gente buscar essa organização de vida, com qualidade entre família, trabalho, atividade física, lazer, momentos de ócio, desacelerar, saber entender que tudo isso é importante”, finaliza Daianny.




Não existe uma forma única de adoecimento mental nos cidadãos. Por isso, para manter a saúde mental em dia, algumas dicas são valiosas, como praticar atividade física, manter uma alimentação saudável, se hidratar, ter um sono de qualidade, cuidar bem dos relacionamentos, se valorizar, estar em companhia de pessoas otimistas e que te faça sentir bem.

Comportamento autodepreciativo, como insônia ou sono irregular; queda nos níveis de energia; alterações incomuns no apetite, como perda ou excesso; mudanças repentinas de humor, como irritabilidade e tristeza; perda de interesse por atividades antes consideradas interessantes; incapacidade de cumprir suas obrigações de rotina; raciocínio lento e perda de concentração, entre outros, podem ser considerados como um alerta para a saúde mental.

É muito importante que as pessoas que apresentam e percebam os sintomas não esperem por melhora sem a orientação de um profissional de saúde. Nesse caso, deve-se buscar atendimento na Unidade Básica de Saúde da região onde se reside, a fim de que seja realizado o acompanhamento pelas equipes de Saúde da Família, além dos encaminhamentos, quando necessário, para o atendimento especializado nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps).

Em caso de surto psiquiátrico, é preciso acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) para ser encaminhado ao atendimento de urgência e emergência mais próximo.


  Por que Janeiro Branco?

Aproveitando a simbologia e cultura, a escolha de janeiro, primeiro mês do ano, deve-se ao fato de as pessoas estarem mais propensas a pensarem em suas vidas, suas relações sociais e também em suas emoções.

E a cor branca representa uma página ou uma tela em branco, onde as pessoas são inspiradas a escreverem suas próprias histórias, um novo começo. Por isso, ‘Janeiro Branco’.

A campanha ‘Janeiro Branco’ é uma forma de construir, fortalecer e disseminar a cultura da saúde mental e emocional. O bem-estar emocional e a qualidade emocional de vida são preciosas em todas as fases da vida, do nascer ao envelhecer. Quem cuida da mente, cuida da vida.




 

Dados

Segundo a pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), levantada em 2021, Campo Grande aparece como a quarta capital brasileira com mais casos de depressão.

No ranking da depressão, a Capital de MS (com índice 16,1%), aparece atrás apenas de Aracaju (SE); Belém (PA); Belo Horizonte (MG) e Boa Vista (RR), que marcam respectivamente 17,5%, 17,2% e 17,1%.  

Desde 2011 Pesquisas da OMS - com conhecimento e autorização do Governo Federal, através do Ministério da Saúde -, vem mostrando que o Brasil figura entre os 3 países com maior taxa de depressão e ansiedade do mundo.  













Serviços


Núcleo de Saúde e Programas Assistenciais TRT 24ª região

Sede do Tribunal Regional do Trabalho

Rua: Del. Carlos Roberto Bastos de Oliveira, 208 - Jardim Veraneio

3316-1809 / 99654-2852

Atendimento de Segunda à Sexta Feira das 12h às 18h

 

UNIMED - Programa Viver Bem

Oficina Corpo e Mente

Espaço Viver Bem - Atendimento presencial

Endereço: Rua Goiás, 695 - Jardim dos Estados

Telefones: 3389-2421/ 3389-2417

Caps III Aero Rancho
Endereço: Avenida Raquel de Queiroz, s/n – Aero Rancho
Telefones: (67) 3314-6415 / (67) 2020-1899 – Recepção / (67) (67) 2020-1901 / (67) 2020-1902
Horário de Atendimento: segunda à sexta-feira das 07h às 17h

Caps III “Afrodite Dóris Contis”
Endereço: Rua 7 de Setembro, 1.979 – Esquina com Rua Bahia – Jardim dos Estados
Telefones: (67) 2020-1897 – Recepção / (67) 2020-1898
Horário de Atendimento: segunda à sexta-feira das 07h às 17h.

Caps II “Marley Maciel Elias Massulo” – Vila Margarida
Endereço: Avenida Manoel da Costa Lima, 3272 – Bairro Guanandi
Telefones: (67) 3314-3144 / (67) 2020-1895 – Recepção
Horário de atendimento: Atendimento 07:00 hs às 19:00 hs (para acolhimento)

Caps III Vila Almeida
Endereço: Rua Marechal Hermes, 854 – Vila Almeida
Telefone: (67) 2020-1714 – (67) 2020-1715

Caps Infanto-Juvenil III “Dr. Samuel Chaia Jacob”
Endereço: Avenida Manoel da Costa Lima, 3272 (Antigo CRS Guanandy)
Horário de Atendimento: 24 h

Centro de Apoio Psicossocial Pós Trauma
Endereço: Rua Marechal Hermes, 854 – Vila Almeida
Telefones: (67) 2020-7021 / (67) 2020-9963
Horário de Atendimento: 07h às 11h e 13h às 17h

Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas III “Fátima M. Medeiros”
Endereço: Rua Teotônio Rosa Pires, 19 – São Bento / Esquina com a Rua José Antônio, duas quadras acima da Av. Fernando Correia.
Telefone: (67) 3314-3756 / (67) 2020-1903 / (67) 2020-1904








Referencias

- Assessoria de comunicação da Secretaria Estadual de Saúde de MS

- janeirobranco.com.br


Núcleo de Saúde e Programas Assistenciais

Setor de Qualidade de Vida

Zeli Rodrigues - Assistente Social

67 3316-1705 / 99654-2852

 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

DEZEMBRO LARANJA

CAMPANHA DEZEMBRO LARANJA 
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA 
 PREVENÇÃO AO CÂNCER DE PELE

 
 
 
 
 
 

O câncer de pele é o tipo mais comum no mundo. Em um país tropical como o Brasil, onde o sol e o calor predominam durante a maior parte do ano, o quadro não é diferente: foram mais de 5.500 mil casos de melanoma registrados pelo Inca em 2016. A nível mundial, os números são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 132 mil casos do melanoma são registrados anualmente, com 55 mil óbitos. E a contagem tem aumentado cada vez mais.

Aqui no Brasil, o câncer de pele já é uma questão de saúde pública. Em dezembro, justamente o mês em que se inicia o verão, época do ano onde é registrado um aumento no número de casos de câncer de pele, a Sociedade Brasileira de Dermatologia trabalha a campanha do Dezembro Laranja, com o tema “Se exponha, mas não se queime”. O objetivo da campanha é alertar, informar e conscientizar a população sobre os riscos dos tumores cutâneos, principalmente o melanoma, que, embora menos frequente, é mais agressivo, tem maior poder de metástase e é responsável pela vasta maioria dos óbitos causados por tumores cutâneos.

Sintomas

O melanoma tem origem nos melanócitos, células que produzem a melanina, pigmento que dá cor à pele. A manifestação da doença se dá com o surgimento de uma pinta escura, de bordas irregulares, que também pode coçar ou descamar. Em casos de uma pinta ou sinal que já existia, ocorre o aumento do tamanho, alteração na cor e no tamanho da lesão, que passa a apresentar bordas irregulares.

 
Diagnostico Precoce 

A exposição elevada aos raios ultravioleta é a principal causa do melanoma, e quem possui pele clara e/ou com muitas manchas está mais vulnerável à doença. O excesso de raios UV pode levar à mutação do DNA dos melanócitos. Se não for diagnosticado precocemente, o melanoma pode avançar para os nódulos linfáticos e outros órgãos do corpo, como fígado e cérebro. Por isso, quanto mais cedo for diagnosticado, maior a chance de recuperação.  Em  fase inicial, ele deve ser tratado com a cirurgia de remoção da lesão e, depois disso, com uma segunda cirurgia para remoção de das margens em volta da lesão para garantir que o tumor não volte naquele local. De todos os tratamentos, é considerado o mais simples e menos agressivo. Por isso, o diagnóstico precoce é tão importante: ele evita que o paciente tenha que se submeter a tratamentos mais intensos, como a quimioterapia, terapia alvo e/ou imunoterapia.

Tratamento

Como dito anteriormente, a cirurgia é o tratamento menos agressivo, indicado para melanomas diagnosticados precocemente. Dependendo do estágio, a radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas. No quadro de metástase, o controle da doença é muito mais difícil. Nesses casos, a estratégia é aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.

Prevenção

No caso do melanoma, a prevenção é, de fato, o melhor remédio. Através da regra do ABCDE é possível avaliar pintas e sinais suspeitos. É recomendável consultar um dermatologista ao menos uma vez por ano para fazer um mapeamento corporal generalizado e identificar possíveis riscos. Veja como utilizar a regra do ABCDE:

 

https://gbm.org.br/wp-content/uploads/2017/12/abcde-1024x602.jpg
 

 

Neste ano, com a diminuição dos casos de covid-19, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) retoma os atendimentos presenciais e gratuitos do Dezembro Laranja, campanha nacional de conscientização sobre o câncer de pele. A ação ocorrerá no dia 3 de dezembro, em diversas localidades espalhadas por todo o País!

Aqui no site, você pode realizar uma busca usando o CEP da sua residência e localizar o centro cadastrado para atendimento mais próximo a você!

Assim, como afirma a mensagem central da campanha do Dezembro Laranja 2022: “Não espere até sentir na pele”.

Em 2019, ano em que foi realizada a última ação presencial, foram atendidas mais de 25 mil pessoas, em cerca de 130 postos, por todo o Brasil. Desde a sua implementação, em 1999, a iniciativa já beneficiou mais de 600 mil pessoas.

Neste 2022, além dos atendimentos oferecidos à população, a SBD ampliará sua presença nas redes sociais e na imprensa, fornecendo conteúdo diversificado (postagens e vídeos informativos, entrevistas, depoimentos, entre outros) e qualificado sobre como proteger-se de maneira adequada frente à exposição solar, seja nos momentos de lazer ou trabalho!






      

 FONTE:

      https://www.sbd.org.br/dezembrolaranja/

 https://gbm.org.br/dezembro-laranja-importancia-de-uma-campanha-contra-o-cancer-de-pele/