quarta-feira, 29 de junho de 2022

ALONGAMENTO NO TRABALHO

 

Como iniciar o alongamento? Respire suavemente, alongue os músculos por 10 a 15 segundos de forma lenta e calma, mantendo sempre uma boa postura. Não se apresse! Também é errado prender a respiração nos alongamentos.

 

1. Inicie o alongamento esticando as pernas, os braços e as costas. Como se estivesse espreguiçando.

 

2. Para alongar o pescoço, incline a cabeça para frente, para trás e para os lados na direção dos ombros. Tente manter cada posição por no mínimo 10 segundos.

 

3. Entrelace os dedos e vire as palmas das mãos para fora, acima da cabeça, enquanto estica os braços. Mantenha os cotovelos abertos para os lados e a parte superior do corpo ereta.

 

4. Com a mão direita, segure o braço esquerdo, logo acima do cotovelo. Procure olhar sobre o ombro esquerdo, empurre o cotovelo na direção do ombro oposto até sentir um alongamento suave. Repita o movimento com o outro lado.

 

5. Erga os ombros em direção às orelhas até sentir uma leve tensão no pescoço e ombros. Mantenha por 3 a 5 segundos. Relaxe os ombros, deixando-os voltarem à posição normal.

 

6. Empurre as escápulas (omoplatas) uma na direção da outra, para criar uma sensação de tensão na parte superior das costa. Mantenha por 5 segundos e relaxe.

 

7. Estique um dos braços para frente e puxe o dorso da mão no sentido do antebraço. Em seguida puxe a palma da mão em direção ao antebraço. Repita o movimento com o outro braço.

 

8. Mantenha as duas pernas afastadas, flexione levemente os joelhos e solte o corpo para frente. Relaxe os ombros e o pescoço tentando chegar com as mãos o mais próximo possível do chão. Volte devagar à posição inicial e respire normalmente.

 

Faça isso por, pelo menos, 10 minutos por dia e dê adeus às suas tensões.

 

 Fonte:

https://www.unimedfortaleza.com.br/blog/espaco-zen/8-dicas-de-alongamento-no-trabalho

 

 


segunda-feira, 20 de junho de 2022

JUNHO VERMELHO E JUNHO VERDE

 


 

Junho Vermelho – Doação de sangue


https://www.hemosul.ms.gov.br

 Dia 14 de junho é o Dia Mundial do Doador de Sangue, data promovida pela ONU em 2005.

O mês de junho foi destacado para conscientizar e incentivar a população sobre a importância de ser um doador. Devido aos períodos de Outono e Inverno, épocas em que há um aumento das infecções respiratórias, as doações estão em baixa. Daí a necessidade do estimulo às doações permaneçam em todas as épocas do ano.

Não existe nenhum substituto para o sangue, e sem estoques adequados, muitas vidas podem ser perdidas. Todos os dias, acontecem diversas situações que se fazem necessárias o uso de bolsas de sangue, pacientes que precisam de transfusão devido a acidentes, cirurgias, queimaduras, entre outras situações, assim, como pacientes acometidos por leucemias e anemias que precisam de transfusões periodicamente como parte do seu tratamento.

https://www.radiocacula.com.br


Junho Verde – Prevenção do meio ambiente


https://images02.gruposinternet.com.br

O Dia Mundial do Maio Ambiente é comemorado em 05 de junho e, por isso, as ações nesse mês são voltadas para conscientização e prevenção do meio ambiente.

E neste ano temos que comemorar: O Plenário do Senado aprovou,  no dia 07 de junho de 2022 o projeto de lei que institui o Junho Verde, campanha de conscientização ambiental que será conduzida pelos poderes públicos junto a escolas, empresas, igrejas e comunidades indígenas (PL 1070/2021). O texto segue para sanção presidencial, após ter sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

A campanha será inserida na Política Nacional de Educação Ambiental (Lei 9.795, de 1999), dentro da chamada educação ambiental “não-formal” — as práticas voltadas a sensibilizar a coletividade e convocá-la a participar ativamente da defesa do meio ambiente.

Segundo o projeto, o Junho Verde será promovido pelos governos federal, estaduais e municipais em parceria com os vários núcleos da sociedade civil: escolas e universidades, empresas e comércio, igrejas, comunidades tradicionais, populações indígenas e entidades em geral.

https://leiladovolei.com.br/wp-content/uploads/2020/09/junho-verde-logo.png


São 16 iniciativas listadas no projeto, tais como:

·        Divulgação de informações sobre o estado de conservação dos biomas brasileiros

·        Uso de espaços públicos urbanos e turismo sustentável

·        Conscientização para consumo, reciclagem, uso de água

·        Educação sobre a legislação ambiental brasileira

·        Inovação ambiental por meio da biodiversidade nativa

·        Preservação de culturas tradicionais

· Debates sobre economia de baixo carbono, mudanças climáticas, degradação ambiental

·        Formação de consciência ecológica cidadã


O Junho Verde deverá incorporar o conceito de “ecologia integral”, que se refere à intersecção de preocupações sociais e humanas com o pensamento ecológico.


https://pbs.twimg.com/media/D8PzFz1XkAAWeyy.jpg

*Fontes: 

Agência Senado

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2022/06/07/senado-aprova-campanha-junho-verde-para-conscientizacao-ambiental

https://saude.es.gov.br/Not%C3%ADcia/junho-vermelho-mes-de-conscientizacao-para-a-doacao-de-sangue

 

quinta-feira, 26 de maio de 2022

MAIO LARANJA

 

Maio Laranja: TRT 24ª região  apóia campanha de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes



 
Há quase 50 anos, a menina Araceli Sánchez Crespo, de oito anos, foi encontrada com o corpo desfigurado por ácido e marcas de violência e abuso sexual, seis dias depois de ter desaparecido, em 18 de maio de 1973. Em 2000, a data foi instituída como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (Lei nº 9.970/00) e o mês conhecido pela campanha Maio Laranja.

   O debate é de extrema importância, uma vez que a cada hora, três crianças são abusadas no Brasil, 51% com idades entre 1 e 5 anos. Sendo que, até 90% dos agressores sexuais são pessoas do convívio familiar: 30% são pais e 60% conhecidos da vítima e de sua família.

    Ainda de acordo com a última cartilha do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, publicada em maio de 2021 com informações do Disque 100 — serviço gratuito para denúncias de violações de direitos humanos, de 2011 a 2019, foram registradas mais de 200 mil denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes. Além disso, pesquisas ainda afirmam que apenas 10% dos casos são notificados às autoridades, o que nos faz chegar à cifra de mais de 2 milhões de casos neste período em nosso país. Assim, de acordo com panorama organizado pelo Instituto Liberta, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de exploração sexual, estando apenas atrás da Tailândia.

 A campanha Maio Laranja  é uma iniciativa que visa dar visibilidade a este assunto, já que, somente por meio da informação e conscientização, é possível combater o problema. Por isso o TRT 24ª região o Maio Laranja.

     

   Um comparativo realizado entre janeiro a abril, entre 2020 e 2021, as unidades de saúde do Estado de Mato Grosso do Sul,  registram no SINAN, aumento de 180% nos casos de vítimas do sexo masculino, de 0 a 11 anos de anos de idade. Ou seja, de cinco casos registrados em 2020 - saltou para 14 casos - neste ano. Já entre 12 a 18 anos, dois casos foram registrados no ano passado e neste ano já totaliza - três casos, aumento de 50%.

    Quanto às vítimas do sexo feminino, o sistema revela que elas ainda são maioria dos casos em Mato Grosso do Sul, mas que registraram redução. De 52 casos notificados em 2020 diminuiu para 46 neste ano, em vítimas de 0 a 11 anos, redução de pouco mais de 11%. Já na faixa etária de 12 a 18 anos, caiu de 83 casos no ano passado para 44 casos neste ano, registrando redução de quase 47%.

      Segundo a socióloga, da Rede de Atenção Básica da SES, Jadir Dantas, a redução aponta para eventuais casos de subnotificação. “Infelizmente, essas vítimas que estão sofrendo essas violências não têm contato com o mundo exterior. E estão convivendo com os seus agressores. Por isso, é importante os pais ou responsáveis ficarem atentos quanto às mudanças no padrão de comportamento. Mudanças extremas de humor por exemplo, pode ser um sinal de alerta para algo que possa estar errado. A violência sexual afeta diretamente o bem-estar da criança e do adolescente”.

    O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos entende que a violência sexual pode ocorrer de diversas formas, entre elas: o abuso sexual e a exploração sexual. O abuso acontece quando a criança ou adolescente é usado para satisfação sexual de uma pessoa mais velha. Já a exploração sexual envolve uma relação de mercantilização, onde o sexo é fruto de uma troca, seja financeira, de favores ou presentes.

 

   Mas afinal o que é considerado Abuso Sexual?   



     É toda forma de relação ou jogo sexual entre um adulto e uma criança ou adolescente, com objetivo de satisfação desse adulto. Pode acontecer por meio de ameaça física ou verbal, ou por manipulação/sedução.

  O Estatuto da Criança e do adolescente -Lei 8.069/1990, com alterações da Lei 11.829/2008, descreve:

Art.5° - Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligencia, discriminação, exploração, violência, crueldade opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.

 

    Abuso sexual de crianças e adolescentes com contato físico: São os atos físicos que inclui toques nos órgãos genitais, tentativas de relações sexuais, masturbação, sexo oral e/ou penetração. Eles podem ser legalmente tipificados em : atentado violento ao pudor, corrupção de menores, sedução e estupro. Também é importante destacar que contato físico "forçados ou não", como beijos e toques em outras partes do corpo, podem ser considerados abuso sexual.

Abuso sexual de crianças e adolescentes sem contato físico: Ainda que não envolva qualquer contato físico, o abuso sexual de crianças e adolescentes ainda é uma grave violação de direitos humanos, que deve ser denunciada às autoridades e pode trazer grandes traumas emocionais e psicológicos para as vitimas.


 


   Outros tipos de abuso sexual:

  •  Assédio Sexual: é todo comportamento na intenção de satisfação sexual com atos libidinoso, podendo ser em forma verbal, não verbal ou física, é todo o comportamento indesejado de caráter sexual.
  •  Abuso sexual verbal : pode ser definido por conversas abertas sobre atividades sexuais - falas erotizadas.
  • Exibicionismo e Voyeurismo: O exibicionismo é o ato de mostrar os órgãos genitais ou se masturbar em frente a crianças ou adolescentes. O Voyeurismo é o ato de observar fixamente atos sexuais ou órgãos genitais de outras pessoas quando elas não desejam ser vistas.
  •  Exibição de material pornográfico: quando o agressor exige materiais pornográficos a meninos e meninas de uma forma tão sedutora que a criança não sabe identificar que é abuso.

 

 

 


 

     A socióloga da SES, Jadir Dantas, preparou oito dicas que podem identificar possíveis sinais de abuso sexual em crianças e adolescentes.

 

Veja quais são:

 

1) Mudança de comportamento – se a criança/adolescente nunca agiu de determinada forma e, de repente, passa a agir. A reação também pode ser com uma pessoa em específico;

 

2) Proximidade excessiva – se a criança desaparece por horas brincando com alguém de mais idade do que ela ou se torna alvo de um interesse incomum. Pais ou responsáveis precisam ter bom senso neste caso e redobrarem atenção;

 

3) Regressão – recorrer a comportamentos infantis, que a criança já tinha abandonado, mas volta a apresentar de repente. Como: fazer xixi na cama ou voltar a chupar o dedo, ou a chorar sem motivo aparente.

 

4) Segredos – abusador pode fazer ameaças e promover chantagens às vítimas. É comum também que usem presentes, dinheiro ou outro tipo de benefício material. É preciso explicar para a criança que nenhum adulto ou criança mais velha deve manter segredos com ela que não possam ser compartilhados com adultos de sua confiança, como a mãe ou o pai ou responsável;

 

5) Hábitos – apresenta alterações de hábito repentinas. Pode ser desde uma mudança na escola, como falta de concentração ou uma recusa a participar de atividades, até mudanças na alimentação e no modo de se vestir;

 

6) Questões de sexualidade – criança que, por exemplo, nunca falou de sexualidade começa a fazer desenhos em que aparecem genitais, isso pode ser um indicador;

 

7) Questões físicas - é interessante ficar atento também a possíveis traumatismos físicos, lesões que possam aparecer, roxos ou dores e inchaços nas regiões genitais e gravidez na adolescência;

 

8) Negligência - o abuso sexual vem acompanhado de outros tipos de maus tratos que a vítima sofre em casa, como a negligência. A criança que passa horas sem supervisão ou que não tem o apoio emocional da família e está em situação de maior vulnerabilidade.

 

 



DENÚNCIA
Se houver quaisquer suspeitas de violência ou exploração sexual infantil, os pais, responsáveis ou a própria vítima podem ligar para o Disque 100 ou buscar o Conselho Tutelar mais próximo.

 

Baixe o APP PROTEJA BRASIL

Policia Militar 190

Policia Rodoviária Federal 191

Unidades de Saúde

 

 

Fontes:

  • Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link: https://www.acritica.net/editorias/geral/maio-laranja-acoes-de-prevencao-da-ses-ajudam-no-combate-ao-abuso-e-a/525997/
  • MMDH - Governo Federal
  •  Gerencia de Atenção à saúde da Criança e do Adolescente ( GASCA)  SES/MS;
  • Serviço de Atenção às pessoas em situação de Violência SES/MS;
  • Projeto Pérola - Prevenção que traz proteção

 

 

Zeli Rodrigues

 Assistente Social do Setor de Qualidade de Vida

Gabinete de Gestão de Saúde e Programas Assistenciais

TRT 24ª Região.Fone: 3316-1705 Email: assistencia@trt24.jus.br

 

quarta-feira, 11 de maio de 2022

MAIO VERMELHO

 






PREVENÇÃO A HEPATITE




A campanha Maio Vermelho tem por objetivo conscientizar a população sobre a importância de prevenir a Hepatite. Esta doença leva à degeneração do fígado, e os agentes causadores podem ser: vírus, infecções, medicamentos, uso de drogas, abuso de álcool e até mesmo doenças genéticas e metabólicas. Pensando na importância do tema, separamos informações importantes e dicas para sua proteção. Acompanhe! 

 

Hepatite

Hepatite é uma doença caracterizada, principalmente, por inflamação no fígado. O infectado pode sentir febre, dores musculares, cansaço, mal-estar, cor amarelada na pele e nos olhos e, a longo prazo, insuficiência hepática, o que pode levar à morte.  Atualmente, existem onze tipos de Hepatite e cada uma delas têm causas e tratamentos distintos. Hoje, vamos explicar as peculiaridades da hepatites virais, hepatite alcoólica, hepatite medicamentosa e hepatite autoimune. 

 

Hepatites virais

São consideradas doenças infectocontagiosas, causadas por vírus, sendo já descritos 7 tipos (A à G) em literatura. Podem ser transmitidas de várias maneiras, tais como: fecal-oral, alimentos e água contaminados pelo vírus, saliva, sêmen, secreções vaginais, leite materno, transfusão de sangue, agulhas contaminadas, instrumentos de manicure, pedicure, tatuagem, colocação de piercing, entre outros. Se não tratadas de forma correta, podem levar a cirrose hepática até câncer.

 

Hepatite alcoólica

É causada pelo consumo excessivo e prolongado de álcool. Seu desenvolvimento é lento, por isso, esta Hepatite pode levar anos para dar sinais de sua existência.

Este tipo de hepatite não é contagiosa e além dos sintomas comuns à doença, o enfermo pode sentir também acúmulo de fluidos no abdômen, convulsões, insuficiência renal e do fígado.

Se não for tratada a tempo, pode evoluir ainda para cirrose e falência hepática. Hoje, o principal tratamento para esta doença é a interrupção do consumo de álcool.

 

Hepatite medicamentosa

Pode ser causada pelo uso prolongado de medicamentos, ou também pela sensibilidade a alguns componentes que compõem certos medicamentos.

Ela não é contagiosa e os sinais e sintomas comuns à doença podem aparecer repentinamente. Este tipo de Hepatite deve ser tratado rapidamente para reduzir os impactos que a intoxicação pode causar ao fígado.

Vale a pena também ficar atento ao uso prolongado de medicamentos como Paracetamol e Nimesulida, que são metabolizados no fígado.

 

Hepatite autoimune

Este tipo de hepatite pode ser causado por uma falha no sistema imunológico. De forma geral, é como se nosso próprio corpo começasse a atacar as células do fígado, o que pode levar a um quadro de hepatite crônica.

Não é contagiosa e acredita-se que está relacionada à alterações genéticas. Além dos sinais e sintomas comuns à doença, pode causar coceira leve na pele, dor nas articulações e inchaço na região abdominal.

Para evitar esta forma da doença, é importante manter exames de rotina em dia.

 

Como saber se tenho a doença?

Todos os tipos de Hepatite podem ser sintomáticos ou assintomáticos, o que dificulta o diagnóstico da doença. Entretanto, sinais e sintomas mais marcantes da doença são: olhos e pele amarelados, urina de cor escura e fezes claras, quase brancas.

Para diagnosticar de forma correta e eficaz, é necessário ficar atento aos sinais e sintomas descritos ao longo deste blog, e em caso de suspeita, consultar o seu médico ou um especialista (gastroenterologista), realizar um mapeamento e assim descobrir qual o tipo da doença e o estágio de evolução. 




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Prevenção Hepatites 

Como prevenir a hepatite A



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A transmissão da hepatite A ocorre por meio do consumo de água e alimentos contaminados pelo vírus da hepatite A, o HAV. A contaminação também ocorre quando há falta de saneamento básico, permitindo que as fezes de pessoas contaminadas cheguem aos rios, nascentes ou até mesmo plantações, e por isso é comum que numa mesma localidade existam muitas pessoas infectadas com hepatite A.

Por isso, para prevenir a hepatite A é importante ter atenção aos modos de transmissão, sendo recomendado:

  • · Tomar a vacina contra hepatite A, de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde;
  • · Ter bons hábitos de higiene lavando bem as mãos antes de comer e depois de usar o banheiro. 
  • · Evitar os alimentos crus e desinfetar bem os alimentos antes de ingerir, deixando os alimentos de molho em água clorada durante 10 minutos;
  • · Preferir alimentos cozidos ou grelhados porque assim os vírus são eliminados;
  • · Beber somente água potável: mineral, filtrada ou fervida e ter os mesmos cuidados ao fazer sucos, e evitar o consumo de água, suco, picolé, sacolé, gelinho e saladas que podem ter sido preparadas em más condições de higiene.

As pessoas com maior risco de contrair o vírus da hepatite A são portadores de hepatite C, moradores de regiões com pouco saneamento básico e as crianças, e quando estas estão infectadas, aumentam o risco de contaminar os pais, irmãos e professores.

Como prevenir as hepatites B e C



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O vírus da hepatite B, o HBV, e o da hepatite C, o HCV, pode ser transmitido de pessoa para pessoa por meio do contato com sangue ou secreções de pessoas que estejam infectadas por algum desses vírus. Para prevenir esses tipos de hepatite, é importante adotar algumas medidas, como:

  • · Tomar a vacina da hepatite B, embora ainda não haja vacina contra hepatite C;
  • · Usar preservativo em todo contato íntimo;
  • · Exigir material descartável novo sempre que realizar piercings, tatuagens e acupuntura;
  • · Não usar drogas injetáveis ou utilizar material esterilizado;
  • ·  Não partilhas objetos de uso pessoal com kit de manicure e lâmina de barbear;
  • ·  Usar sempre luvas descartáveis se for socorrer ou tratar das feridas de alguém.

As hepatites B e C também podem ser transmitidas por profissionais de saúde como médico, enfermeiro ou dentista, quando este encontra-se infectado e não segue todas as normas de segurança como usar luvas sempre que entrar em contato com sangue, secreções ou usar instrumentos que podem cortar a pele, por exemplo.

Porque deve-se evitar a hepatite

A hepatite é uma inflamação do fígado, que nem sempre apresenta sintomas e por isso a pessoa pode estar contaminada e passar a doença para outros. Assim, é recomendado que todos sigam estas normas de segurança durante toda a vida para evitar ser contaminado e a transmissão da hepatite para outros.

A hepatite é uma inflamação do fígado que mesmo realizando o tratamento adequado, nem sempre tem cura, e isto aumenta o risco de complicações hepáticas como cirrose, ascite e câncer no fígado, por exemplo. 

 

Concluindo, para evitar todos os tipos de hepatite é importante adotar medidas de prevenção, como vacinas, que estão disponíveis para hepatite A e B, uso de preservativo nas relações sexuais, evitar reutilizar materiais de uso único, como agulhas, e evitar consumir alimentos crus e água não tratada. Dessa forma é possível evitar o desenvolvimento da hepatite, que é uma doença caracterizada pela inflamação no fígado que aumenta o risco da pessoa desenvolver câncer no fígado e cirrose, por exemplo.

FONTES:

https://www.neolabimport.com.br/maio-vermelho-conheca-o-mes-de-prevencao-a-hepatite/

https://www.tuasaude.com/prevencao-da-hepatite/


segunda-feira, 18 de abril de 2022

DIA MUNDIAL DA SAÚDE

 


ABRIL VERDE

 

SAÚDE MENTAL DO TRABALHADOR

 É no meio ambiente de trabalho que o ser humano consegue desenvolver seu potencial e um meio ambiente adoecedor traz muitos prejuízos. Os aspectos do adoecimento do trabalhador vão além da  relação de trabalho e alcançam o coletivo  destacando desta forma  a importãncia  dos serviços de saúde dentro das empresas pelas notificações de acidentes de trabalho que tanto interessam às políticas que serão implementadas para diminuir o adoecimento do trabalhador. As questões ambientais do trabalho  fazem parte da  saúde pública e quando falamos em saúde mental temos que caracterizar a completude de bem estar e o trabalho deve cooperar para essa completude e jamais ser um lugar de adoecimento.  É no ambiente de trabalho que passamos muitas horas do dia. Nossa saúde mental  precisa de atenção em todas as políticas de saúde.

 A subnotificação do adoecimento mental do trabalhador é um problema  que precisa ser solucionado porque os registros da Previdência e Ministério da Saúde muitas vezes não coincidem e isso é alarmante pois  as políticas publicas serão feitas em cima das notificações do Ministério da Saúde. No estado do MS existe uma discrepância considerável e é  muito importante gerar dados que reflitam a realidade para que a sensibilização dos gestores de saúde acerca das abordagens em saúde aconteçam. A invisibilidade das doenças mentais no trabalho colaboram para a subnotificação e muitas vezes o estigma no ambiente é tão grande que os trabalhadores se calam e sofrem sozinhos.

A partir de 2019 passou a ser registrado o sofrimento mental do trabalhador e não só o adoecimento mental. Isso aumenta consideravelmente as notificações e é bom,  porque não precisa de um diagnóstico de transtorno para notificar prejuízo na saúde mental do trabalhador. A saúde mental do trabalhador é muito mais que transtornos pontuais  e precisamos tratar os indivíduos pensando na coletividade do trabalhador para que a prevenção à saúde mental no ambiente do trabalho aconteça de forma satisfatória.

O ambiente deve ser um promotor de saúde mental e os trabalhadores também podem cooperar individualmente para isso pois trabalhadores saudáveis geram ambientes saudáveis.  As ações de saúde mental no trabalho precisam ser coletivas para que o ambiente seja promotor de saúde como um todo.  Há a  necessidade de políticas coletivas que criem solidariedade entre os pares para que o trabalhador que sofre a doença mentalmente pelo ambiente de trabalho seja ouvido e que  a notificação de seu sofrimento funcione como agente multiplicador de conscientização e não como agente reforçador de estigmatização. Os trabalhadores se calam e vão se acostumando ao ambiente de trabalho adoecedor. Existe uma necessidade primordial de notificação do sofrimento mental no trabalho para que a saúde integral do trabalhador seja fortalecida como Política de Saúde Nacional. A visibilidade da doença mental que adquirimos na pandemia não pode ser perdida e nunca foi tão necessária. a necessidade de um serviço de saúde fortalecido para questão da saúde mental do trabalhador é imperativa e primordial.



https://www.sodexobeneficios.com.br

 


https://tangerino.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/dicas-para-saude-mental-no-trabalho.png

sexta-feira, 25 de março de 2022

Síndrome de Burnout

 


OMS reconhece a como uma doença ocupacional

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu a Síndrome de Burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, como uma doença ocupacional, isto é, relacionada ao estresse da rotina de trabalho. O termo foi incluído na 11ª versão da Classificação Internacional de Doenças, a CID-11, que passou a vigorar em 1º de janeiro de 2022.

   A Síndrome foi oficializada como “estresse crônico de trabalho que não foi administrado com sucesso”. No texto anterior, ela era considerada ainda como um problema na saúde mental e um quadro psiquiátrico.

   De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o número de solicitações de auxílio doença quintuplicou entre março e abril de 2020. Estes foram os dois meses de evolução do contágio da covid-19 no Brasil. Os dados apontam que entre um mês e outro, os pedidos saltaram de 100 mil para 500 mil.

    “De fato, o número de requerimentos de benefícios previdenciários no INSS de natureza psiquiátrica está entre os primeiros colocados. Os pedidos de auxílio doença e benefícios assistenciais, em decorrência de transtornos mentais, só possuem menor incidência em relação aos de natureza ortopédica”, diz Carla Benedetti, advogada, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP e associada ao IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário).

    Pesquisa da Microsoft apontou um aumento de 44% de brasileiros com esgotamento profissional. “A Síndrome de Burnout, conseqüência do excesso ou sobrecarga de trabalho, se agravou na pandemia. Nesta condição, a pessoa se sente literalmente exausta, esgotada física e psicologicamente, seja por causa do número de horas trabalhadas, seja pelo estresse provocado pelas condições de trabalho”, explica a Dra. Danielle H. Admoni, psiquiatra na Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

      O home office, por exemplo, se tornou uma rotina para muitos profissionais. No entanto, nem todos conseguiram se adaptar com a junção do ambiente de trabalho ao de casa. “Pacientes relatam desânimo, dificuldade de raciocínio, ansiedade, irritabilidade, sensação de incapacidade, diminuição da motivação e da criatividade, entre outros sintomas”, conta Dr. Adiel Rios, Mestre em Psiquiatria pela UNIFESP, pesquisador no Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP e Membro da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP).

    A privação do sono também é um forte gatilho para a Síndrome de Burnout. “Quando o profissional não dorme o suficiente para ser produtivo ou trabalha até tarde da noite, prejudica a rotina do sono, desregulando seu relógio biológico. Isso resulta em uma extrema exaustão, pois o organismo, que já está habituado com um determinado padrão de sono, sofre um forte impacto, precisando de tempo e resistência para se adequar às mudanças”, reforça Adiel Rios.

  Uma conseqüência freqüente da Síndrome é o uso de drogas (álcool, tabaco, além das drogas ilícitas) como forma de alívio. “É importante estar alerta a esta situação que agravará ainda mais a condição física e mental do indivíduo. O mesmo pode ser dito da automedicação”, frisa a psiquiatra Danielle H. Admoni.

  Nos casos em que a Síndrome de Burnout já está instalada, recomenda-se buscar auxílio médico especializado para avaliação do quadro e orientação quanto ao tratamento. “Especialmente no caso das pessoas cujas características de personalidade as tornam mais propensas ao Burnout, a psicoterapia é um complemento importante, pois o problema está, muitas vezes, dentro da pessoa, e não tanto em suas condições de trabalho”, avalia Monica Machado, psicóloga pela USP, fundadora da Clínica Ame.C, pós-graduada em Psicanálise e Saúde Mental pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein.


Quais são os principais sintomas da Síndrome de Burnout?



   A Síndrome de Burnout envolve nervosismosofrimentos psicológicos e problemas físicos, como dor de barriga, cansaço excessivo e tonturas.

   O estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença.  Normalmente esses sintomas surgem de forma leve, mas tendem a piorar com o passar dos dias. Por essa razão, muitas pessoas acham que pode ser algo passageiro.

    Para evitar problemas mais sérios e complicações da doença, é fundamental buscar apoio profissional assim que notar qualquer sinal. Pode ser algo passageiro, como pode ser o início da Síndrome de Burnout.

Os principais sinais e sintomas que podem indicar a Síndrome de Burnout são:

  •  Cansaço excessivo, físico e mental
  •   Dor de cabeça freqüente
  •   Alterações no apetite
  •   Insônia
  •  Dificuldades de Concentração
  •  Sentimentos de fracasso e insegurança
  •  Negatividade Constante
  •  Sentimentos de Incompetência
  •  Alterações repentinas de humor
  •  Isolamento
  •  Fadiga
  •  Pressão Alta
  • Dores Musculares
  •   Problemas Gastrointestinais
  •  Alteração nos Batimentos Cardíaco

Como é o diagnóstico da Síndrome de Burnout?



                O diagnóstico da Síndrome de Burnout é feita por profissional especialista após análise clínica do paciente. O psiquiatra e o psicólogo são os profissionais de saúde indicados para identificar o problema e orientar a melhor forma do tratamento, conforme cada caso.

                   Muitas pessoas não buscam ajuda médica por não saberem ou não conseguirem identificar todos os sintomas e, por muitas vezes, acabam negligenciando a situação sem saber que algo mais sério pode estar acontecendo.   Amigos próximos e familiares podem ser bons pilares no início, ajudando a pessoa a reconhecer sinais de que precisa de ajuda. 

                    No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) está apta a oferecer, de forma integral e gratuita, todo tratamento, desde o diagnóstico até o tratamento medicamentoso.     Os Centros de Atenção Psicossocial, um dos serviços que compõe a RAPS, são os locais mais indicados.

Qual é o tratamento para Síndrome de Burnout?

    O tratamento da Síndrome de Burnout é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos). O tratamento normalmente surte efeito entre um e três meses, mas pode perdurar por mais tempo, conforme cada caso.

Mudanças nas condições de trabalho e, principalmente, mudanças nos hábitos e estilos de vida. A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem ser rotineiros, para aliviar o estresse e controlar os sintomas da doença. Após diagnóstico médico, é fortemente recomendado que a pessoa tire férias e desenvolva atividades de lazer com pessoas próximas - amigos, familiares, cônjuges etc.

Sinais de piora:  Os sinais de piora do Síndrome de Burnout surgem quando a pessoa não segue o tratamento adequado. Com isso, os sintomas se agravam e incluem perda total da motivação e distúrbios gastrointestinais. 

Nos casos mais graves, a pessoa pode desenvolver uma depressão, que muitas vezes pode ser indicativo de internação para avaliação detalhada e possíveis intervenções médicas.


Como prevenir a Síndrome de Burnout?


A melhor forma de prevenir a Síndrome de Burnout são estratégicas que diminuam o estresse e a pressão no trabalho. Condutas saudáveis evitam o desenvolvimento da doença, assim como ajudam a tratar sinais e sintomas logo no início.


 Os principais formas de prevenir a Síndrome de Burnout são:

  •   Defina pequenos objetivos na vida profissional e pessoal.
  •  Participe de atividades de lazer com amigos e familiares.
  • Faça atividades que "fujam" à rotina diária, como passear, comerem restaurante ou ir ao cinema.
  •  Evite o contato com pessoas "negativas", especialmente aquelas que reclamam do trabalho ou dos outros.
  •   Converse com alguém de confiança sobre o que se esta sentindo.
  • Faça atividades físicas regulares. Pode ser academia, caminhada, corrida, bicicleta, remo, natação etc.
  •  Evite consumo de bebidas alcoólicas, tabaco, ou outras drogas, porque só vai piorar a confusão mental.
  •   Não se automedique nem tome remédios sem prescrição medica.
  • Outra conduta muito recomendada para prevenir a Síndrome de Burnout é descansar adequadamente, com boa noite de sono (pelo menos 8h diárias). É fundamental manter o equilíbrio entre o trabalho, lazer, família, vida social e atividades físicas.

Referencias

- Ecodebate - Cidadania & Meio Ambiente

- Ministério da Saude

 

                                                  

Assistente Social do Setor de Qualidade de Vida

Gabinete de Gestão de Saúde e Programas Assistenciais

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