segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Workshop: Cuidados com a Saúde no Teletrabalho, em tempos de pandemia

Abertas as inscrições para  o Workshop "Cuidados com a Saúde no Teletrabalho, em Tempos de Pandemia".

Público-alvo: Magistrados, Servidores e Estagiários

As inscrições deverão ser realizadas no Sistema da Escola judicial até  03/09.

Segue anexa a programação do evento.


Observações:


Essa capacitação tem por finalidade de atender às normativas e ao manual do teletrabalho, sendo necessário que os servidores que já atuavam em teletrabalho autorizado (antes da pandemia) devem participar desta capacitação.

É vedada a participação de servidores em férias e licenças, conforme § 2°, Art. 6° da Resolução CSJT N.º 159/2015

Não serão efetivadas/aceitas as inscrições recebidas por email, somente pelo sistema da Escola Judicial, que pode ser acessado pelo link: Inscrições



sexta-feira, 21 de agosto de 2020

 

 

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SAÚDE MENTAL – PLANTÃO

 

A saúde mental dentro do ambiente de trabalho é considerada um dos índices de boa qualidade de vida no trabalho. Em situação pandêmica a atenção e os cuidados devem ser reforçados.

Como o valor institucional “valorização das pessoas” e o objetivo estratégico "qualidade de vida" o Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região tem buscando parcerias institucionais para cuidar das pessoas.   A implementação da Política de Atenção Integral à saúde de Magistrados e Servidores do Poder Judiciário também é meta a ser alcançada e dispõe sobre o cuidado psicossocial.

Neste contexto e como parte do Acordo de Cooperação realizado entre o TRT24 e a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), para realização do estágio do Curso de Psicologia, foi disponibilizado a telepsicologia, a partir do dia 24/08/2020,  para atendimento remoto dos magistrados, servidores, estagiários, terceirizados e menores aprendizes, que está à disposição nos seguintes horários:

 

INSTITUIÇÃO

NOME

DIA DA SEMANA

PERÍODO

TRT24

Ely

Segunda-feira

Manhã

TRT24

Karen

Quarta-feira

Tarde

TRT24

Eloina

Quinta-feira

Manhã

Importa ressaltar que a proposta do Acordo de Cooperação (PROAD 2154/2019) é a seguinte:

a) Plantão psicológico, que consiste no atendimento in loco nos níveis caracterizados como urgente, emergente e eletivo, objetivando dar apoio na realização do acompanhamento funcional e, ainda, a realização de triagem interventiva para o atendimento no Ambulatório de Saúde Mental do Trabalhador da Clínica Escola de Psicologia na UCDB;

b) Atendimento psicoterápico supervisionado, nas modalidades individual e/ou grupal, no Ambulatório de Saúde Mental do Trabalhador da Clínica Escola de Psicologia na UCDB, por meio de encaminhamento realizado do plantão psicológico. 

c) os agendamentos devem ser feitos através dos telefones dos profissionais que será disponibilizado pelo Gabinete de Saúde no ramal 1806 ou 1712.

 Estamos à disposição para outros esclarecimentos no Gabinete de Gestão de Saúde e Programas Assistenciais ou através do ramal 1806 e do email gab_saúde@trt24.jus.br

*matéria autoral do GGSPAS/TRT 24a Região

sexta-feira, 14 de agosto de 2020


Retorno Presencial na Pandemia

Com o retorno das atividades presenciais várias instituições precisam estabelecer planos de retomada que ofereçam a segurança necessária diante da exposição ao coronavírus. Os Tribunais do Trabalho, desde o inicio da pandemia, tem construido planos de retomadas que estão sendo adaptados à realidade de cada regional. 

O Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região concluiu um plano de retomada gradativo que será dividido em pelo menos quatro etapas, onde o grupo de risco voltará somente na última etapa e quando toda a segurança possível estiver instalada. 

Foi estudado, construído e formalizado por diversas áreas  que pertencem ao Gabinete de Crise, criado para lidar especificamente com está demanda, estabelecido entre vários setores do Tribunal e foi levado em consideração outros planos de retomadas em outros tribunais, inclusive seguindo as orientações do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

O plano de retomada do TRT da 24ª Região prioriza a segurança dos magistrados, servidores, estagiários, terceirizados e usuários em todo tempo, objetivando a adequada prestação jurisdicional  à população.

 Dentre as estratégias de segurança oferecidas está o fornecimento dos epi’s, adaptação das acomodações com distanciamento adequado, ventilação dos ambientes e demais medidas necessárias para garantir segurança em todos os ambientes do Tribunal para os magistrados, servidores, estagiários, terceirizados e usuários.

o retorno presencial será gradual,realizado com segurança e levando em consideração as peculiaridades de cada setor. A administração do Tribunal Regional do Trabalho da 24a Região tem tomado as decisões pautadas na segurança de todos e na manutenção da excelência na prestação de serviço à sociedade. 

*matéria autoral do GGSPAS/TRT 24a Região

                 

Covid 19 em Mato grosso do Sul

Mato Grosso do Sul vem sofrendo uma grande e avassaladora guerra contra a Covid 19. Desde que começou a pandemia, os números vêm aumentando de forma acelerada e a taxa de letalidade está se tornando cada vez mais perigosa, alcançando o patamar de 1,7%, o que segundo os especialistas, é motivo de grande preocupação. Sem uma vacina, o que resta é o distanciamento social para impedir a contaminação desenfreada.  Pelo Boletim Epidemiológico observamos que a doença segue seu curso sem poupar a população que está classificada em uma das menores taxas de distanciamento social do país.

Neste contexto, precisamos observar os critérios necessários para retomada das atividades presenciais com segurança em vários setores, sendo que os parâmetros adotados devem levar em consideração:

·     diminuição do número de contaminados, internações e número de óbitos;

·       diminuição do índice de letalidade da doença;

· diminuição da notificação da síndrome aguda respiratória grave (SRAG), que vem se apresentando maior que os anos anteriores e que pode mascarar um quadro de subnotificação da Covid 19;

· quantidade de leitos de UTI e equipes intensivistas adequadas.

 

  Podemos acrescentar ainda o alcance de  um percentual comprovadamente seguro de distanciamento social,  o que pode demonstrar que a população entende a gravidade da doença. 

*matéria autoral do GGSPAS/TRT 24a Região

quarta-feira, 5 de agosto de 2020


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Dia Nacional da Saúde


Dia Nacional da Saúde é celebrado anualmente em 5 de agosto no Brasil.

A data tem o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da educação sanitária, despertando na população o valor da saúde e dos cuidados para com ela.

O Dia da Saúde também serve para homenagear e recordar a vida e o trabalho de Oswaldo Cruz, um dos principais responsáveis pelas erradicações de perigosas epidemias que acometiam o Brasil no final do século XIX e começo do século XX.

Origem do Dia Nacional da Saúde

O Dia Nacional da Saúde foi oficializado e inserido no calendário oficial brasileiro através da Lei nº 5.352, de 8 de novembro 1967, do Ministério da Saúde e da Educação e Cultura.

O dia 5 de agosto foi escolhido para celebrar o Dia Nacional da Saúde por ser a data de nascimento do sanitarista Oswaldo da Cruz, um importante personagem na história do combate e erradicação das epidemias da peste, febre amarela e varíola no Brasil, no começo do século XX.

Oswaldo da Cruz nasceu em 5 de agosto de 1872 e foi responsável pela criação do Instituto Soroterápico Federal (atualmente conhecido como Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz) e da fundação da Academia Brasileira de Ciências.

* Postagem adaptada de https://www.calendarr.com/brasil/dia-nacional-da-saude/

segunda-feira, 3 de agosto de 2020


https://s3.sa-east-1.amazonaws.com/salutem-webapp-files/upload/posts/160/51a8f2c7428a6c193c40a87862323752.jpg
 

Por que a hipertensão aumenta o risco de complicações do Coronavírus? 

                                       

A primeira morte confirmada no Brasil por Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2), foi um homem de 62 anos com hipertensão e diabetes, em São Paulo. E portadores de ambas as doenças integram o grupo de risco para desenvolver sintomas mais graves após a infecção, segundo estudos chineses compilados em um artigo publicado no renomado periódico The Lancet.

Em um dos trabalhos, feito com mais de mil pacientes, dos 173 que foram acometidos de maneira severa pela Covid-19, 23% tinham pressão alta e 16%, diabetes. Em outro, de 140 internados por causa da Covid-19, 30% possuíam hipertensão e 12%, a glicemia cronicamente elevada. Antes de tudo, sabe-se que portadores de doenças crônicas estão em maior risco de contraírem vírus que acometem os pulmões (como o influenza, da gripe) e sofrem mais com as complicações dessas infecções. No caso da hipertensão, há uma teoria extra: a de que os medicamentos para pressão alta favoreceriam a ação do novo coronavírus. 

Mas, atenção: não está, nem de perto, provado que os fármacos ajudariam a provocar complicações. Nos estudos que associaram a hipertensão a mais mortes pelo novo coronavírus, os cientistas sequer se concentraram no tipo de medicamento — ou mesmo se eles vinham sendo administrados corretamente. Ou seja, não é para abandonar o tratamento por causa do novo coronavírus. Esses remédios são fundamentais para tratar hipertensão e insuficiências cardíaca, então não podemos recomendar a suspensão baseados apenas em hipóteses. A SBC recomenda que o tratamento seja avaliado individualmente pelo médico e, acima de tudo, que os hipertensos reforcem medidas de prevenção, como se distanciar socialmente. O que vale, aliás, para portadores de doenças cardiovasculares no geral.

 

Cardiopatas estão em risco de complicações pelo novo coronavírus. A mortalidade média da Covid-19 para a população em geral é de cerca de 3%, variando consideravelmente de país para país. Nos portadores de doenças cardiovasculares em geral, a taxa salta para 10,5%. Além dos hipertensos, entram na lista de atenção extra indivíduos que já tiveram infarto ou derrame, possuem obstruções nas artérias, insuficiência cardíaca, placas de ateroma ou outros males no peito. Normalmente, o cardiopata tem um endurecimento das artérias e outras alterações que comprometem o fluxo sanguíneo para o pulmão, com isso, ele fica mais debilitado. Fora isso, uma circulação comprometida dificulta a chegada de anticorpos e células de defesa nos locais atingidos por infecções. Não é um déficit no sistema imunológico tão intenso quanto o de pessoas em tratamento pelo câncer, por exemplo (outro grupo de risco para complicações) — mas ainda assim é algo para ficar de olho. No mais, doenças como hipertensão e diabetes não raro acometem o mesmo indivíduo. E isso poderia comprometer ainda mais as defesas do organismo contra infecções como o novo coronavírus.

Cuidados para pessoas com hipertensão e outras doenças cardiovasculares.

 

A SBC divulgou recentemente uma diretriz com recomendações especificas sobre como proteger pacientes cardíacos do Sars-Cov-2 e atender casos suspeitos de infecção. Veja alguns pontos:

Intensificar medidas de prevenção, como a lavagem constante de mãos e o distanciamento social.

Manter rigorosamente uma rotina saudável. Alimente-se bem, tenha um sono regular, faça exercício de maneira moderada (cuidado com as academias e esportes coletivos!) e evite cigarro e álcool.

Priorizar cuidados e tratamentos para o novo coronavírus de acordo com a presença ou não de doença cardiovascular.

Incluir o cardiologista no time de cuidados dos pacientes críticos.

Monitorar com exames a saúde cardíaca de casos confirmados ou suspeitos com sintomas.


Matéria reproduzida do site https://www.hospitalproncor.com.br/post/covid-hipertensao,

 

terça-feira, 28 de julho de 2020



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Uso de Máscara e Distanciamento Social

A OMS definiu o uso de máscaras como parte do protocolo de proteção contra a Covid19. Definiu também o critério de uso das máscaras. Passou a fazer parte do ser humano andar com mais de uma máscara na bolsa e um recipiente para guardá-las.  As pessoas que saem para trabalhar e precisam ficar o dia todo fora de casa precisam trocá-las e é sempre bom levar pelo menos três máscaras se a pessoa passar até 08 horas fora de casa. Ao tirá-las, guardá-las em um saco plástico ou recipiente apropriado para que sejam lavadas e desinfetadas, em casa.

Está estabelecido também o distanciamento social de pelo menos 1,5 metros. Ou seja, não é só usar a máscara. Tem que manter o distanciamento. Então, ficar a menos dessa distância das pessoas, não é seguro. Falar ao ouvido não é seguro. O que líamos na carroceria dos caminhões agora é válido pra qualquer interação social que tivermos:  Mantenha distância! Nem aperto de mão é aceitável. Vamos ter que aprender a nos cumprimentar com acenos de cabeça, com as mãos dando alô de longe. Tocar os cotovelos também não é adequado porque é contato físico e não sabemos se estamos colocamos as mãos em alguma superfície contaminada e as passamos no cotovelo. Então o melhor é o cumprimento de longe.

Vamos todos fazer a nossa parte.
Vai passar!

*Matéria autoral do GGSPAS


terça-feira, 14 de julho de 2020

Testes para a Covid-19

                                                    
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  Testes para a Covid-19: como são e quando devem ser feitos


Para que sejam tomadas decisões certas em favor da saúde pública, primeiro é necessário identificar bem a magnitude da ameaça à população, hoje, do novo coronavírus (SARS-CoV-2, causador da Covid-19). Isto é possível por meio dos testes para detectar a doença e, por essa razão, a testagem no maior número possível de cidadãos é fundamental para enfrentar o vírus, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Os testes permitem aos governos e profissionais da saúde terem uma dimensão real da propagação do vírus na sociedade, acompanhar as cadeias de transmissão da doença, detectar pacientes assintomáticos ou aqueles que em algum momento tiveram a Covid-19 e não descobriram, além de identificar a transmissão do vírus por áreas geográficas e faixas etárias, entre outros parâmetros.
Existem dois tipos principais de testes usados na pandemia do novo coronavírus: testes sorológicos rápidos – também chamados de "testes rápidos" porque dão resultados em 20 minutos e servem como primeiro filtro de detecção - e testes moleculares, que levam cerca de duas horas para o resultado. Para compreender mais sobre os testes, o pesquisador do Laboratório de Alta Complexidade do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz) Zilton Vasconcelos esclarece abaixo as questões:
Quais são os tipos de testes disponíveis hoje para a Covid-19?
ZV: Existe o RT-PCR, ou teste molecular, que pesquisa a presença do Ácido ribonucleico (RNA) viral, que é o material genético do vírus SARS-CoV-2 e que dura cerca de duas horas para ser executados em estrutura de laboratório. Também existem os testes sorológicos rápidos que pesquisam a presença de anticorpos contra o vírus em 20 minutos em média e sem a necessidade de estrutura de laboratório, e os testes Elisa e Clia que também avaliam a presença de anticorpos, mas necessitam de uma estrutura de laboratório, e duram cerca de quatro horas. No entanto, o processo de coleta, processamento e preparo das amostras para o início dos testes no laboratório também consomem tempo que é proporcional ao volume de amostras que a unidade de saúde recebe. Dessa forma, ensaios de Elisa são normalmente liberados em 24 horas e RT-PCR no mesmo dia quando a rotina ainda não atingir a capacidade instalada do laboratório.
Existe algum tipo de fiscalização dos testes disponíveis hoje?
ZV: Sim, todos os testes são registrados na Anvisa e têm que ser liberados previamente para a comercialização e uso para diagnóstico. São exigidos documentos da empresa, como Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) e Certificação de Boas Práticas de Fabricação (CBPF). Além disso, devem ser apresentados documentos sobre o produto a ser registrado, tais como ensaios clínicos, fluxo de produção, estudo de estabilidade, segurança, qualidade e eficácia. A Fiocruz realiza algumas dessas avaliações no Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).
Quando uma pessoa deve procurar fazer o teste?
ZV: Se estamos falando de teste molecular para detecção do vírus através de amostras de secreção nasal ou da garganta do paciente, a partir do terceiro até o sétimo dia de sintomas pode fazer o teste. Já existem evidências que períodos anteriores e posteriores a esses, podem apresentar ainda resultados positivos para a Covid-19, no entanto, aumenta bastante a chance de um teste falso negativo, ou seja, a pessoa está infectada, mas não é detectado pelo teste.
No caso dos testes para detecção de anticorpos, as informações são ainda mais controversas, mas de maneira geral, acredita-se que após sete dias de sintomas, inicia-se a detecção no sangue de anticorpos na fase aguda da doença (IgM), indicando contato recente com o vírus. Após 11 dias de sintomas, anticorpos associados à fase convalescente da doença (IgG) começam a ser detectados no soro e permanecem por um período maior no nosso organismo e indicam desenvolvimento de imunidade mas não garantem a proteção. No entanto, essa dinâmica de geração de anticorpos ainda não está totalmente confirmada, além que muitos fabricantes apresentam diferente performance dos testes, tornando as interpretações e conclusões sobre a fase da doença e certeza diagnóstica ainda mais complexas.
Quais são as diferenças entre os testes rápidos e os testes moleculares?
ZV: Os testes rápidos sorológicos, por imunoensaio enzimático (teste Elisa) e por imunoensaio quimioluminescente (teste Clia) têm o objetivo de detectar anticorpos específicos contra a Covid-19 que o nosso organismo produz em resposta à infecção viral, visando controlar e eliminar tanto o vírus como células infectadas. Esses testes são indicados a partir do sétimo dia de doença e os resultados negativos não descartam o contato prévio com o vírus, que devem ser repetidos após uma semana para confirmação.
Já o teste molecular detecta o material genético do vírus, que nesse caso é uma molécula de ácido ribonucleico (RNA) convertida a ácido desoxirribonucleico (DNA) no laboratório, para facilitar o teste molecular por reação em cadeia da polimerase (PCR). Esse teste molecular deve ser realizado entre o terceiro e sétimo dia de sintomas para aumentar a chance de detecção RNA viral e um teste negativo não descarta a infecção, apenas indica que naquele momento sua carga viral é indetectável.
O que buscam os testes?
ZV: No caso de testes moleculares, buscamos detectar o material genético do vírus em uma sequência específica de uma das proteínas virais. Dessa forma, o PCR tem o objetivo de escolher um "pedaço" dessa sequência e multiplicá-la no laboratório até o momento que sua "visualização" é possível. Essa "visualização" é feita através de equipamentos específicos que detectam um sinal luminoso gerado a cada cópia do material genético do vírus durante o PCR. Quando essa luz gerada ultrapassa um valor mínimo o teste é considerado positivo.
No caso dos testes sorológicos, desejamos detectar a presença de anticorpos na fase aguda e na fase convalescente da doença (do tipo IgM e IgG) presentes no sangue e que reconheçam apenas proteínas da Covid-19. O teste consiste em deixar o soro em contato direto com essas proteínas por um tempo. Em seguida, um segundo anticorpo reagente que reconhece IgM ou IgG é adicionado, e mudará a coloração do ensaio indicando a presença deles. Conforme a intensidade dessa coloração, sabemos a proporção de anticorpos presentes.
Se a pessoa apresenta anticorpos significa que é imune à Covid-19?
ZV:  Ainda não existem estudos que comprovem ou afastem a imunidade protetora. O conhecimento que se tem atualmente é baseado nas outras coronaviroses, onde estima-se uma proteção/imunidade por períodos superiores a um ano.
Uma pessoa com anticorpos pode transmitir o vírus?
ZV: É desconhecido. Como dito anteriormente, anticorpos IgM são geralmente associados com o contato viral recente e IgG indica um contato anterior. No entanto, a dinâmica desses anticorpos em Covid-19 ainda é controversa e depende de mais estudos. A recomendação é de isolamento por 14 dias após o início dos sintomas, independente da presença de anticorpos ou testes moleculares negativos. Caso os sintomas persistam, esse período de isolamento deve ser revisto.
Onde fazem os testes para detecção da Covid-19 no Rio de Janeiro?
ZV: Na rede pública foram distribuídos testes sorológicos ou rápidos da rede de laboratórios centrais conhecida como LACEN, que no Rio de Janeiro é representada pelo Laboratório Central Noel Nutels. A rede privada conta também com testes rápidos, moleculares e oferece detecção de anticorpos através dos testes Elisa e Clia.
Há acompanhamento de quais são realizados pela rede particular?
ZV: Esse acompanhamento é uma tarefa da Anvisa. Porém, laboratórios e clínicas públicas e privadas passam por processos de auditoria interna e externa, acreditações e certificações tanto em âmbito nacional como internacional que observam constantemente as práticas correntes e documentações sobre todos os procedimentos e exames realizados. Esses processos auxiliam os órgãos regulatórios e permitem um maior controle de todos os integrantes do Sistema Único de Saúde (SUS).
As farmácias estão autorizadas para realizar testes do coronavírus?
ZV:  Sim. A realização de testes rápidos para Covid-19 foi autorizada pelo governo tanto em farmácias, como em drogarias, consultórios, clínicas médicas e de imunização, laboratórios de análises clínicas e postos de coleta. Os testes só podem ser feitos em pessoas com quadro respiratório agudo e os resultados devem ser notificados às autoridades de saúde. A medida tem caráter provisório e excepcional e somente estabelecimentos previamente licenciados pela Subsecretaria de Vigilância Sanitária poderão realizar os testes, que também precisam ser registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
IFF/Fiocruz inicia testagem dos trabalhadores
O IFF/Fiocruz está realizando testes sorológicos na sua equipe, para descobrir seu estado imunológico contra a Covid-19. Como esperado em casos de pandemia, os profissionais da saúde são essenciais para a recuperação da população doente, portanto é necessário preservar o bem-estar dos trabalhadores.
“A testagem da equipe de trabalho do Instituto faz parte de um inquérito sorológico de toda a Fiocruz para avaliar os impactos da Covid-19 entre os trabalhadores e estudantes que estão envolvidos com o cuidado direto aos nossos usuários. Para isso, foi organizado um espaço apropriado nas instalações do Colégio Brasileiro de Altos Estudos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Cbae/UFRJ), ao lado da instituição, amplamente arejado e que foi mobiliado de tal forma que permite a coleta simultânea de até seis trabalhadores por vez, totalizando 1200 coletas ao longo de 10 dias. A coleta é voluntária, seus resultados são individuais e não definem um ‘passaporte imunológico’ para os que testarem positivo”, comenta o diretor do IFF/Fiocruz, Fábio Russomano
Por: Mayra Malavé Malavé (IFF/Fiocruz)
https://portal.fiocruz.br/noticia/testes-para-covid-19-como-sao-e-quando-devem-ser-feito

quarta-feira, 8 de julho de 2020





NÃO DEIXE DE CUIDAR DA SAÚDE BUCAL DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19
Redobre a atenção com a higiene bucal e com a escova de dentes, na Pandemia da Covid-19. Vamos ver algumas oreintações:
- Limpeza: Borrifar álcool a 70% ou água oxigenada a 0,5% sobre toda superfície da escova (cabeça, cerdas e cabo), por 1 (um) minuto, pois o vírus tem baixa resistência a essas substâncias desinfetantes. Na sequência, lavar em água corrente.
- Armazenamento: Guardar em um copo ou outro recipiente qualquer, com as cerdas voltadas para cima. É preciso um copo para a escova de dentes de cada membro da família. Deixá-la distante do vaso sanitário, que no momento da descarga, joga para o ar um spray de germes, ocasionando viroses intestinais.
- Trocar a escova a cada dois ou três meses, ou ainda se aparecer sinais de gripe ou resfriado.
- A higiene das próteses dentais pode ser realizada com escovações diárias, após as refeições, com escova individual (apenas para a prótese) de cerdas macias, sabão neutro e água corrente. Pode associar o uso de produtos de higiene com imersão em substâncias químicas, como água sanitária, água oxigenada, pastilhas limpadoras de dentaduras antibacterianas.
Dica: Dissolver uma colher de chá de hipoclorito de sódio (água sanitária) em copo com água por 15 minutos, no mínimo 1x por semana.
Departamento de Odontologia da SOCESP - Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo
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sexta-feira, 3 de julho de 2020

Ginástica Laboral no Trabalho Remoto em tempos de  Covid-19

Ficar muito tempo  trabalhando na mesma posição  leva à fadiga muscular, fadiga mental e pode acarretar em lesões  por esforço repetitivo, como no caso de longas jornadas com digitação. Daí a importância da Ginástica Laboral para pausas com qualidade. A ginástica laboral é um conjunto de exercícios que são executados no local de trabalho e foi introduzida no ambiente do trabalho para trazer prevenção, saúde e rotina de trabalho saudáveis, com o objetivo  de minimizar  as chances de desenvolvimento de algumas lesões que possam causar problemas.
Os exercícios duram, em média, entre 5 e 15 minutos e devem ser realizados periodicamente no ambiente de trabalho, servindo também como uma pausa de descanso entre as atividades.
Agora na pandemia, onde a maioria do trabalho está sendo feito remotamente, é muito importante atentar para o fato de que  as pausas devem ser feitas e  os exercícios também, principalmente de alongamento. 
Vejamos alguns exemplos que podem se realizados, lembrando sempre  de seguir as orientações:




  • Os alongamentos devem ser realizados antes de começar a jornada e nas pausas.
  • Separe pelo menos 10 minutos de pausas a cada hora trabalhada.
  • Faça pausa com qualidade.
  • Os movimentos não podem ser rápidos. Devem ser suaves.
  • Alongar até sentir uma resistência suave, não dor. Alongamentos não são para provocar dor e sim para aliviar as dores. Se sentir dor, procure o médico.
  • O ideal seria manter a posição de alongamento por pelo menos 20 segundos. Se não conseguir, vá aumentando gradativamente. 


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEin6DHr-1jXUsUaPnOaztEFVB3L8Z3Tn0R9nS_OpoikdTMwZeiLR5q7DazDg6sIgQ9ZkgpR66HumeE_Mi0JPFTNe7rkABqheApfXiUOK0AvdJWz_WWnzPkT_Fp26eYu8WIiHZS0CFAry0U/s1600/ginastica-laboral-tem-beneficios-que-melhoram-muito-a-qualidade-de-vida.jpgdicionar legenda

terça-feira, 16 de junho de 2020



     

               Atualização sobre a Covid-19

O Center for Disease Control do governo dos EUA oficializou as evidências científicas emergentes sobre a transmissão do coronavírus (em resumo, empatia e bom senso):

1. Risco muito baixo de transmissão a partir de superfícies.
2. Risco muito baixo de atividades ao ar livre.
3. Risco muito alto de reuniões em espaços fechados, como escritórios, locais para cultos religiosos, salas de cinema ou teatros.

Outros dados interessantes, a carga viral necessária para iniciar a doença é ~ 1000 partículas virais (vp).

1. Respiração: ~ 20 vp / minuto

2. Fala: ~ 200 vp / minuto

3. Tosse: ~ 200 milhões de vp (o suficiente pode permanecer no ar por horas em um ambiente mal ventilado)

4. Espirro: ~ 200 milhões vp

5. Estar próximo de alguém (com ~ 2m de distância): baixo risco se o limite for inferior a 45 minutos

6. Conversando com alguém frente a frente (com máscara): baixo risco se o limite for inferior a 4 minutos

7. Alguém passando por você andando / correndo / andando de bicicleta: baixo risco

8. Espaços bem ventilados, com distanciamento: baixo risco
9. Compras: risco médio (pode reduzir para baixo, limitando o tempo e seguindo a higiene)

10. Espaços internos: alto risco

11. Banheiros públicos / Áreas comuns: Alto risco de fômites / transferência de superfície

12. Restaurantes: alto risco (pode reduzir a médio risco sentando-se ao ar livre com distanciamento e percepção do toque na superfície)

13. Locais de trabalho / escolas (mesmo com distanciamento social): risco muito alto, incluindo alto risco de transferência de fômites

14. Festas / Casamentos: risco muito alto

15. Redes de negócios /conferências: risco muito alto

16. Arenas / Concertos / Cinemas: risco muito alto

Os fatores principais que você pode usar para calcular seu risco são:

1. interior vs exterior
2. espaços estreitos versus espaços amplos e ventilados
3. alta densidade de pessoas vs baixa densidade
4. exposição mais longa vs exposição breve

Fonte:https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prevent-getting-sick/how-covid-spreads.html

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Óculos e lentes de contato em tempo de Pandemia da covid-19
Para prevenir o coronavírus, troque as lentes de contato pelos ...
https://saude.abril.com.br/wp-content/uploads/2020/04/oculos.png?w=680

Que cuidados é preciso ter com os óculos e lentes de contato durante a pandemia do coronavírus? Muita gente tem feito essa pergunta. Uma das principais orientações da Academia Americana de Oftalmologia é deixar as lentes um pouco de lado neste momento e optar pelos óculos.
O oftalmologista da Unimed Vitória Caetano Belotte explica que é fundamental não levar as mãos ao rosto para evitar contaminação pelo coronavírus. "E quem usa lentes de contato costuma manipular os olhos com mais frequência. Por isso, pode ser mais seguro usar os óculos neste período em que o número de casos da Covid-19 é crescente", explica o médico.

O especialista ainda destaca que os óculos acabam funcionando como uma barreira física, protegendo os olhos de possíveis gotículas emitidas por pessoas infectadas. "Mas isso, claro, não garante proteção total. Até porque é possível se contaminar se o contato com a gotícula for pela boca ou nariz", ressalta.

Se a lente de contato for a única opção, é preciso muito cuidado com a higiene na hora de manipulá-la. "Antes de colocar ou retirar as lentes, lave bem as mãos com água e sabão". O oftalmologista também recomenda que sejam utilizadas lentes de descarte diário, para evitar o reúso frequente.

Quem puder usar apenas óculos também deve ficar atento à higienização. "O coronavírus pode ficar por um tempo na lente e em outras partes dos óculos. Por isso, é fundamental limpar o acessório várias vezes ao longo do dia", enfatiza Belotte.

Uma dica é ter lenços umedecidos próprios para a limpeza da peça. "Se não tiver, o melhor é optar por água e sabão ou detergente neutro. Não use álcool".

Outra orientação importante é não deixar os óculos sobre superfícies que possam estar sujas ou mesmo contaminadas pelo coronavírus. "Evite também levar as hastes do acessório à boca. Adotando todos os cuidados de higiene, minimizamos os riscos".



Confira as dicas:

1 – Se puder, opte pelo óculos. Evite usar lentes de contato neste momento. Elas fazem com que a pessoa levar mais as mãos aos olhos.

2 – Se decidir usar lente, higiene bem as mãos antes de colocá-la e também no momento de retirá-la.

3 – Limpe os óculos várias vezes ao dia.

4 – Para a limpeza frequente dos óculos, use lenços umedecidos próprios para higienizar esse acessório. Mas se não tiver, utilize água e sabão ou detergente neutro. Não use álcool

5 – Não deixe os óculos sobre superfícies que possam estar sujas e até mesmo contaminadas pelo coronavírus.

6 – Não leve as hastes dos óculos à boca.
Reportagem do site :https://www.unimed.coop.br/web/vitoria/noticias/coronavirus-cuidado-com-as-lentes-de-contato-e-os-oculos